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Frase de celso_nadilo

Ser por ser... Apenas ser para ser Por ser o que é... Titubeou na tua natureza... Mero ser a que ainda seja maravilhoso repleto de alegrias e tristeza. Fazas o impensável em destruir a natureza abre o clamor... Que ser ser é este? Que deliberadamente se torna o final da natureza. Com seus atos insanos busca viver melhor? Qual é a certeza que atormenta nossas mentes no desatinos do ser humano. Realismo nas virtudes da evolução espiritual. Ser aprendeu a usar o fogo mas ainda não aprendeu que fazemos parte de algo maior. Na visão de um sábio ainda andamos na beirada do precipício. Somos servos numa cavernas seguindo figuras numa fogueira. Essas sombras nos torna felizes ate que nos tornamos poeira. Aonde está vencido pelas correntes da ignorância virtudes sao perdidas a vivência de novos horizontes são apagados da história. Mas pequenos lampejos da floresta negra reabem pensamentos. Discursos se dão conta que as correntes pode ser abertas. Que plenitude pode ser um amanhã para ser quem somos. Essa esperança se acende a cada instante em que criticamos as sombras de cada pensamento em nossas vidas. Pois ignorância e sim fardo mesmo tendo conhecimento ainda verá o abismo sem luz da ignorância. Pois a mente aberta para tudo se tem um universo de possibilidades. Mesmo no universo sem luz a vida floresce mesmo num estante tão pequeno como a nossas vidas. No entanto ainda buscamos as sombras da existência e a luz calida dessa fogueira nos faz engatinhar diante a verdade que derradeira.

celso_nadilo

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Pensador.com

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Através do caminhar das estrelas, as vemos morrer e tombar do céu. No dia em que formos nós a cair, seremos contemplados por outros seres, que verão nossos instantes em fragmentos esquecidos de luz. Nesse ponto, avançamos pelo universo ou seremos, enfim, capazes de compreender a…
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Através do caminhar das estrelas, as vemos morrer e tombar do céu. No dia em que formos nós a cair, seremos contemplados por outros seres, que verão nossos instantes em fragmentos esquecidos de luz. Nesse ponto, avançamos pelo universo ou seremos, enfim, capazes de compreender a beleza da existência? ​Vivemos em paradoxos, encerrados em cubos ligados a outros cubos na tênue finitude do espaço, tentando decifrar o mistério que intriga o próprio tempo — na simplicidade de apenas viver e existir, até que o tempo se torne a prova viva do inexplicável de sua passagem. ​Pois o impulso de tudo racionalizar costuma converter a intuição em protocolos frios, apagando o amor clandestino e a fogueira das infinitas possibilidades. Mas quando a fórmula finalmente se conclui, nada mais resta além da simplicidade: uma borda reluzente que contorna e transcende a própria realidade.

Luar frio, alma quase imperceptível aos olhares dos navegantes da vastidão. Entre sussurros e lamentos ecoados
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Luar frio, alma quase imperceptível aos olhares dos navegantes da vastidão. Entre sussurros e lamentos ecoados nas nuvens celestiais da solidão. ​Voz que como trovão incandesce o mármore do inferno de jade; ao longe, lágrimas de sangue escorrem mar a dentro, na profundeza sem fim. ​Criaturas fantasmas navegam nos sonhos mansos dos mortos. Tão belos olhos que mesclam o ar da planície esverdeada aos tesouros ocultos nas areias silenciosas do tempo. ​Mares bravejam as terras do norte, canais de sonhos dentro de pesadelos. Rios de fogo, clamores de um novo mundo: prólogo do próprio reflexo da entropia, envolto num pássaro que paira pelos céus buscando terras desconhecidas. ​E no sentido mais profundo, onde amantes vivem em estado divergente, o gelo finalmente derrete e forma um lago de água doce e límpida. ​Vozes ecoam — mulheres que parecem sereias tornam-se o algoz de um sonho. Na muralha do esquecimento, pende a interrogação sobre a linha massiva das eras. Soterrada num pesadelo, minha voz repousa em teus seios. ​Tão complexos ares do mundo... E depois deste mundo, as nuvens terão chuvas que vêm num assopro do vento? Pássaros cantando em meio à tempestade erguem-se soberanos como a fênix. ​Rios a dentro de nossas vidas, um instante eterno; avançamos nas estepes da geleira para o ermo mais distante do mundo, para ver seres fantásticos e suas existências magnânimas e emblemáticas. ​A flor que desabrocha no espaço, entre estrelas dilaceradas que observamos, será o combustível do futuro para outras galáxias. Novos mundos dentro do universo ressoam no alvorecer de um novo iluminismo. By Celso Roberto Nadilo