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Frase de Otávio Augusto

Amuleto contra os normais Quero um amuleto para carregar junto a mim, em cada chegada também na partida, ele estará junto comigo. Que esse amuleto me proteja de gente normal, do tipo de gente que cria conceito para todo louco do caminho. Gente normal que procura nas entrelinhas refúgios para minorar o louco. Gente normal que apesar de ser tão normal, nunca está feliz e pouco dorme, quase sempre em virtude do louco. Que esse amuleto me afaste da normalidade. Ser o diferente sempre me preocupou , mas a leveza que atingi me convenceu que o diferente, o louco é também raro, ser diferente, o louco é criativo é inspirador. Se realmente os semelhantes se atraem quero minha casa cheia de loucos, daqueles que ainda vivem a leveza, daqueles que ainda olham as estrelas, que sonham, que sorriem sozinhos de besteiras da loucura, de presentes simples que a vida nos brinda a cada dia. Estar fora da massa em tese é desconfortável, lhe deixa a mostra, alvo fácil dos normais, por outro lado, te dá a chance de ver de longe que ainda existem mais loucos, daqueles que pensam, gente do senso incomum daqueles que acima de tudo são livres.

Otávio Augusto

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Pensador.com

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Outras frases de Otávio Augusto

eu poderia te dar as estrelas mas, o brilho dos seus olhos as ofuscariam. eu poderia te dar as mais macias nuvens mas,
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eu poderia te dar as estrelas mas, o brilho dos seus olhos as ofuscariam. eu poderia te dar as mais macias nuvens mas, seus lábios são muito mais. eu poderia te dar o perfume mais cheiroso do mundo mas, nenhum deles se compara ao seu cheiro. em uma noite fria de inverno eu poderia te dar o sol para lhe esquentar. eu poderia te dar muitas coisas mas nenhuma delas chegaria perto do amor que eu tenho para lhe oferecer. ou (do amor que sinto por você)

Fé, dádiva daqueles que transpiram seus dogmas na crença ávida, á vida, sentimento puro, digno de respeito, digno de fé. Má fé, conduta corrosiva, muitas vezes compulsiva, sem freios, prejudicados quaisquer predicados, consome, contamina, se espalha, infelizmente em passos largos…
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Fé, dádiva daqueles que transpiram seus dogmas na crença ávida, á vida, sentimento puro, digno de respeito, digno de fé. Má fé, conduta corrosiva, muitas vezes compulsiva, sem freios, prejudicados quaisquer predicados, consome, contamina, se espalha, infelizmente em passos largos e conquista a carência daquele que simplesmente esta na mediocridade, que é estágio de comodismo. A boa fé nem sempre é confortável, mas nobre se sobressai, cresce com raiz profunda e forte, produz frutos, produz sombra aos cansados, inclusive, aqueles de má fé, que não percebem mas o peso de seus fardos, definham, doentes, que encontrem a verdadeira fé, paz e cura.

Averbo aqui minha aversão á toda e qualquer versão avessa criada a partir da verbalização contumaz que quisera eu fosse efêmera, insólita, mas não, o verbo vive reiterado, impune, insano, impuro, infame. Apesar, com meu pesar, da má conduta, má fé alheia, de repulsa nefasta, aind…
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Averbo aqui minha aversão á toda e qualquer versão avessa criada a partir da verbalização contumaz que quisera eu fosse efêmera, insólita, mas não, o verbo vive reiterado, impune, insano, impuro, infame. Apesar, com meu pesar, da má conduta, má fé alheia, de repulsa nefasta, ainda me curvo a metafísica e clamo com temor: que seja tocado o átrio daquele baldo do bem, e que a existência traga evolução.

Mesmo na noite, dependendo da lua, é possível ver o formato das nuvens, num momento tem figuras que remetem a coisas boas outras nem tanto. O interessante, que como se fosse um remar contante o vento apaga toda e qualquer forma e por momentos, as vezes só vemos a luz. O que será…
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Mesmo na noite, dependendo da lua, é possível ver o formato das nuvens, num momento tem figuras que remetem a coisas boas outras nem tanto. O interessante, que como se fosse um remar contante o vento apaga toda e qualquer forma e por momentos, as vezes só vemos a luz. O que será que a lua pensa do lado de lá, quando por um momento também ela só me vê?... Diferente dela o brilho de meu olhar depende do bem e do mal do mundo, num momento com brilho incandescente, noutro brasa sem vento, mas de tudo, uma grande diferente entre nós, pois é nobre lua, que de qualquer lugar, no mato ou na rua, essa luz não é sua, tampouco minha, mas ela inspira tanto vc quanto eu. Eu, que do lado de cá, também tenho que aprender que o bem e mal não me pertencem, e singelamente escolher lhe mostrar um brilho cada vez maior nós olhos cada vez que te ver, porque só assim saberei que cada dia foi um dia a mais, até que no dia seguinte nos encontremos novamente para os brilho trocar.