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Frase de Felipe Belotto

Nós não existimos, VÁ EMBORA Me faço calvário do Solipsismo Pois tudo impede de existirmos Invólucro da carapuça de estar vivo E de teimarmos, e de Insistirmos Comuna das faculdades mais imprecisas Cálice da Singularidade Inexpressiva Grilhões onipresentes do agora Nós Não Existimos, VÁ EMBORA!!!!! Me volto da naúsea de 'mim" datar Anacoreta sem desejar Os degredados filhos de Eva O Ostracismo dessa Gleba Nostálgico tal qual são todos Os desprovidos desse bojo verborreia da falsa desforra Nós Não Existimos, VÁ EMBORA!!!!!!

Felipe Belotto

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Pensador.com

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Melhor seria se melhor se fosse
ABSOLVIDOS PELO MERCADO Só tive o meu trabalho escravo (Sou dono de Trabalho, Escravo)
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ABSOLVIDOS PELO MERCADO Só tive o meu trabalho escravo (Sou dono de Trabalho, Escravo) Lutei e fui alforriado (Não luto e sou, alforriado) meu corpo leva o caos a marcado (Seu corpo leva, ordem, mascavo) Minha luta gera, corpo lascado (Sua luta leva o Caos ao Estado) Com meus barracos edificados Os seus barrocos, deificados Suor e Sangue, pauperizados Absorvidos pelo Mercado (Vossos meninos, vilões armados) (De mim distantes, pobres coitados) (Minha segurança, ter Estudado) (Absolvidos pelo Mercado) (Racistas negros, cotistas pardos) (Nas confrarias, brancos atados) (Os homens bons escandalizados) (Orgulho e raça do seu passado) Cotistas Negros, Racistas Pardos Entrando em salas, não desejados Enquanto buscam serem igualados Aos que não foram "Ventre-Livrados" (Fui dono de Pobres coitados) Só tive o meu barroco Lascado (Não luto pelo seu Caos no Estado) Cotistas Negros , Ventre-Livrados Nas confrarias, alforriados (Racistas Bons , Vilões Escravos) Absorvidos, Não Igualados (Absolvidos Pelo Mercado) (Homem-Bom) Alforriado

Um Mundo de Pilhérias em qual sala secreta que rifaram minha vida? em qual mesa de poker apostaram minha quimera?
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Um Mundo de Pilhérias em qual sala secreta que rifaram minha vida? em qual mesa de poker apostaram minha quimera? em qual dia infame destruíram minha utopia? com qual bebida cara brindam quem me degenera? Meninos deificados em parcialidades magistrais Comemoram e me odeiam em gritos parvos na cidade Famintos por poderes , são minguados amorais Em busca de prazeres que não dão publicidade Entrei com os penetras no Coquetel dos poderosos fui feito anfitrião em momentos inoportunos Aceitos enquanto provedores de antegozos Rifados quando sempre o status quo se faz de surdo altiva dignidade embora em meio a miséria cultivando as falácias de justiça pra ter norte Esbanjando heroísmo em Um Mundo de Pilhérias tateando no escuro pra encontrar quem se importe

UM DIA VINDOURO A Liberdade um dia vindouro
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UM DIA VINDOURO A Liberdade um dia vindouro como um mau presságio como um bom agouro A independência como uma vontade Sim como desejo não realidade Emancipação que eu cobrei de mim Entrada de graça Prestação sem fim A soberania Esta inevitável tão mais iminente tão mais improvável