Frase de Tiago Slonik Lacerda
Era noite, pela estrada eu seguia Era noite, pela estrada eu seguia A ouvir o barulho dos bichos, Que na noite fazem folia, Os gritos; os cantos nos nichos. Parei para olhar a lua no céu, O seu brilho refletido no rio, Deixei minh'alma vagar além do véu, Além da rua que ao vêr-me sorriu. Como é belo o contemplar da alma Que aos mistérios eternos desvenda, Levando nas mãos a palma, A sua glória, a sua senda. Paira no céu a lua sublime, Como um espírito a iluminar A essência que esta noite exprime, A ouvir seus bichos cantar.
No pensador.ai desde