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Frase de Luly Diniz

⁠FINALMENTE A VENDA CAI Te amei de um modo tão absurdo tão intensamente Que meu coração estranhou, nunca se deu tanto... Apreendeu a te amar, e amou profundamente Por te amar tanto no ato do amor derramei meu pranto Chorei de alegria por pensar ter encontrado meu par O homem que ficaria comigo até o fim dos meus dias Que orei a Deus em noites de solidão para encontrar No entanto recebi judiação, mangação e ironias... Só que, esse meu coração é teimoso demais... Quem vai saber! Tão tolo quanto meu cérebro que insiste em te lembrar Em preocupar-se com o seu bem estar, coisa de mulher Que descobriu o modo mais belo de soletrar o verbo amar Mas, tenho fé que vou aprender a me dar valorizar Pois, quem muito se humilha tem a forte tendência de ser humilhada Pisoteada pelo seu suposto amor, que vive na solidão por não amar Por não ter sabido entender o valor que tem uma mulher apaixonada Contudo para toda e qualquer história existe um fim Uma data marcada por Deus para que a verdade seja revelada Numa palavra dita, numa ingratidão maldita, o princípio do fim Fim que trará paz para a alma, descano ao coração, a paz desejada. Meu encanto se foi, parecia ser tudo, no entanto não era nada! Luly Diniz. 19/10/2021.

Luly Diniz

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PERDOE-ME VIDA URBANA. Perdoe-me vida urbana Já sofri... Chorei por amor... Desacreditei na humanidade sempre com pressa
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PERDOE-ME VIDA URBANA. Perdoe-me vida urbana Já sofri... Chorei por amor... Desacreditei na humanidade sempre com pressa Já me desmanchei ao sentir saudades... Tantas vezes... Já amei e fui amada, também fui mal-amada. Agora quero um tempo... Tempo para mim... Tempo para rever meus conceitos sem que intervenha... Com as mudanças de tempo com seus desajustes ocasionais Retirando sonhos roubando a liberdade de viver no silêncio ao Menos por uns segundos. Não quero saber se estou certa ou errada no pensar de outras Pessoas quero mergulhar nas águas límpidas dos mares imaculados. Ver o nascer do sol ou o despontar majestoso da lua em um silêncio Consagrado... Voar livre como uma borboleta por entre as flores silvestres singelas Nas suas cores variadas. Quero conhecer o cume da montanha mais alta e, de lá deslumbrar-me Com a vida, não esta vida que tenho com altos e baixos, mas com a beleza Que me é dada por DEUS, que você vida não me deixa apreciar... Ouvir incansavelmente o zumbido das abelhas. Sua pressa incessível tira o fôlego das pessoas. Preciso mais uma vez tentar encontrar um amor intenso... Amor que me faça flutuar sair do chão todas as vezes que ele me tocar. Mulher que apesar de estar neste seu curso quer muito ser feliz... Quem sabe possa dar vazão ao fantasioso tendo frenéticos Sonhos loucos que ainda não consegui viver que estão encravados na Minha alma pedindo para se libertar... Então vida para um pouco teu curso para que possamos sentir A sutil beleza da vida. Luly Diniz. 28/03/12.