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Frase de Francisco Assis Melo

"Causa das decepções" A vida é feita de decepções Nas relações pessoais, no trabalho e principalmente na vida amorosa. Todos, em algum momento de suas vidas, já sofreram algum tipo de decepção. E o pior da decepção é a mágoa que deixa. Por vezes feridas que demoram a cicatrizar. Ou que jamais cicatrizam, para muitos. Amores não retribuídos na proporção do que se dá, traições. Amizades que de repente se descobrem não tão verdadeiras como se gostaria que fosse. Atividades profissionais que não proporcionam a realização esperada. Tudo isto, dentre tantas outros, são motivos que causam decepções. Mas o problema está muito mais em quem se considera vítima dela do que mesmo nos causadores. Ao idealizarmos a construção de nossas vidas, o fazemos baseados em nossos próprios conceitos e valores a respeito das pessoas e das coisas. Plasmamos a pessoa que queremos amar e que deve nos amar, como viveremos a profissão que escolhemos e o que esta nos proporcionará, e como devem ser as pessoas que queremos como amigas . Esquecemo-nos, no entanto, que assim como nós os outros também têm personalidade própria, conceitos e valores sobre a vida, suas características de querer e de amar, padrões de comportamento. E que as relações profissionais são entrelaçadas de eventos, previsíveis ou não, e de pessoas com princípios morais e éticos que nem sempre coincidem com os nossos. E assim criamos uma expectativa a respeito das pessoas e fatos com os quais nos envolvemos, frustrando-nos quando nos deparamos com realidades que fogem aos padrões que idealizamos e que nos desagradam. A frustração que isto causa e a impotência que sentimos por não conseguirmos impor nossa vontade, nosso jeito de ser e de pensar, de subjugá-las, enfim, nos fazem sentir sensações de derrota. E estes sentimentos transformam-se em decepções que atribuímos às atitudes dos outros mas que, na verdade, são causadas por nós mesmos, ao fazermos uma leitura da vida sob uma ótica diferente a das pessoas que nos relacionamos, e nossa recusa em aceitá-las com suas qualidades e defeitos. Importante se ter em mente que por esses mesmos motivos também decepcionamos a outras pessoas, que não aceitam e nem entendem nosso modo de ser, pensar e agir, que julgamos irrepreensíveis por vezes. A vida é assim, feita de alegrias e tristezas, conquistas e perdas, sucessos e insucessos, encantos, desencantos e decepções e nunca mudará. Pois tudo isto é muito importante para nossa aprendizagem e burilamento moral, para nossa evolução espiritual. Reflita bem sobre isto. Faça uma releitura de sua vida e de sua estória e por fim decida se vale a pena guardar mágoas e deixar as feridas abertas.

Francisco Assis Melo

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Francisco Assis Melo

"Felicidade é um estado de espírito, fruto da paz que construímos dentro de nós e que nos faz viver em harmonia com os outros e com o universo".
“Seja você mesmo!” Convivemos com pessoas que estão sempre monitorando nossas atitudes. Nosso jeito de vestir, de falar, o comportamento em público e até mesmo no privado, são objetos desse policiamento e motivos de críticas. Muitas vezes nos deixamos conduzir por suas opiniões…
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“Seja você mesmo!” Convivemos com pessoas que estão sempre monitorando nossas atitudes. Nosso jeito de vestir, de falar, o comportamento em público e até mesmo no privado, são objetos desse policiamento e motivos de críticas. Muitas vezes nos deixamos conduzir por suas opiniões e passamos a administrar nossa vida em função delas, sempre preocupados sobre o que pensam a nosso respeito, e deixamos de fazer coisas, freqüentar lugares, viver, enfim, de um modo que nos proporciona bem estar. Vestimos um figurino de uma pessoa que não somos, emitimos conceitos sobre coisas diversos do nosso real pensamento, assumimos posturas e abraçamos ideais que às vezes divergem dos nossos. Perdemos nossa espontaneidade e autenticidade em função de agradar aos outros. E também a oportunidade de sermos felizes fazendo o que e como gostamos. O fato é que nos ensinaram que devemos nos comportar em sintonia com os padrões estabelecidos pela sociedade da qual fazemos parte, para uma boa convivência, o que implica em preocupar-nos com as opiniões alheias a nosso respeito. O que não nos foi ensinado é que essa mesma sociedade sedimenta-se na hipocrisia, e que tudo o que condena em pessoas que assumem atitudes e pensam diferente dos tais “padrões de convivência” não passa da exteriorização de suas frustrações. Sentimentos de inveja pelo que são e pelo que fazem os outros e frustração por não terem a coragem de ousar, desafiar e fazer o mesmo,levam algumas pessoas a agirem como fiscais e ditadoras de regras do comportamento alheio. Não suportam ver que outros ousam, desafiam e fazem coisas que elas gostariam de fazer mas lhes falta coragem. São geralmente amargas e infelizes. Deixar-nos conduzir por elas e por seus padrões de comportamento torna-nos, também, infelizes e amargos. Devemos ter coragem para desafiá-los e vivermos a vida com autenticidade, buscando a felicidade, pautando nossa conduta não pelos ditames alheios mas por nossos próprios conceitos, tendo como limites o respeito às pessoas e o cuidado para que nossas atitudes jamais causem danos a ninguém. Portanto: Ame bastante Respeite o próximo Cuide para que seus atos não machuquem, firam ou prejudiquem a ninguém Faça sempre o bem e em todas as circunstâncias, e SEJA FELIZ!!!! Lembre-se de que mais importante do que os outros pensam a seu respeito... é o que Deus Pensa de você!

"Os fardos da vida" As pessoas vivem oprimidas por medos e incertezas, pelo acúmulo de preocupações, pelas cobranças cotidianas. A vida lhes impõe fardos pesados de carregar. No campo afetivo os interesses prevalecem sobre os sentimentos. O amor muitas vezes fica em segundo pla…
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"Os fardos da vida" As pessoas vivem oprimidas por medos e incertezas, pelo acúmulo de preocupações, pelas cobranças cotidianas. A vida lhes impõe fardos pesados de carregar. No campo afetivo os interesses prevalecem sobre os sentimentos. O amor muitas vezes fica em segundo plano, ou sequer está presente nos relacionamentos. No profissional sempre vence “o melhor”, o que tem garra para derrubar barreiras, muitas vezes pisando, machucando, aniquilando seus semelhantes, pois o importante é vencer não importa a que preço. Na família o respeito cedeu espaço à “igualdade” de direitos (subjetivos e conforme as circunstâncias) entre marido e mulher e destes em relação aos filhos. Em tudo o “ter” é mais importante do que o “ser”. Não importa quem a pessoa é, sua essência, mas sim os bens que possui e a posição que ocupa na sociedade ou o poder que detém. Se no passado os fardos pesados foram os impostos pela religião e seus sacerdotes e escribas, farisaicos e hipócritas, hoje são impostos por uma nova ordem mundial baseada no consumismo, na desagregação dos valores morais e éticos, principalmente no seio da família, na busca desregrada de prazeres, no acúmulo de riquezas e de poder, que criam falsa ilusão de bem estar mas que esvaziam o espírito e são causas dos desequilíbrios, de injustiças e violências. Jesus se oferece como alternativa aos que estão cansados e oprimidos por esta nova ordem de valores que subjugam e aniquilam o homem. Oferece-se como refúgio e propõe que permutemos o nosso fardo pesado por um fardo leve: os seus ensinamentos de amor!