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Frase de Bruno M. Tôp

Sabe aquele olhar incrível? Aquele que se sobressai a milhares numa multidão, que te pega de surpresa, de faz sorrir sem nem um motivo plausível, só te traz uma alegria inexplicável? Pronto, ele tem esse olhar. Dizem que os olhos são a janela para a alma, e que um bom flerte começa com troca de olhares… Se isso é verdade a alma dela é a coisa mais linda que eu já vi, e principalmente ele é um eximio flertador! Como pode, duas orbes verde musgo me atrairem tanto? Não! Impossível, eu sei quem eu sou! Mas não resisto àquele olhar, àquele modo como seus olhos se sincronizam com os cabelos castanhos acaju despenteados, e mais com aquele sorriso ladrão de corações! É eu sei o histórico dele, sei que vou ser só mais uma, mas e eu resisto? Não. Eu sei que devia fugir do que me é ruim, mas não resisto quando ele fala: “Ó anjo meu, da têz tão alva…” Ou “Como podem lábios terem um carmesim tão gostoso de se vislumbrar e provar…” Ah, eu não resisto, vivo me penitenciando, dizendo pra mim mesma “Maria Clara, você tem que largar esse cafajeste o quanto antes!”, mas simplesmente eu não largo. Acho que ele se enquadra bem na definição de sedutor: 1.Quê ou aquele que seduz; 2.Tentador: 3.Demônio sedutor.4.Atraente; 5.Fascinante: 6.Jovem sedutor; 7.Homem leviano que seduz e desonra as mulheres, abandonando-as em seguida. Se bem que ele não é um demonio, está mais para um anjo caído… E que belo anjo! Tecnicamente ele nunca me desonrou, mas acho que meu coração não deve ter honra ao se submeter a esse tipo de relacionamento… Ele é esse tipo de amor-amizade que não quero abandonar nunca. Antes que você queira me penitenciar apenas por eu me envolver com esse tipo de cara, saiba ainda mais, que ele tem namorada. É agora sim você pode me jogar quantas pedras quiser. Sabe, eu o neguei o quanto pude, disse que a vida não era assim, e que ele não precisava de mim, porém ele nunca desistiu, ele é um cafajeste que sabe ser cafajeste, e ao mesmo tempo, é a personificação do carinho na superficie terrestre. Argh, odeio ser canceriana, tolos sentimentais do inferno. E agora esse conceito dele de amor-amizade se impregnou em mim. Ah maldita ladainha de cafajeste… E o pior é que ela se encaixa tão bem quando ele usa aquele oculos escuro tão brega… Porque o brega combina tanto com o sorriso dele? Acho que porque ele é brega… Argh, odeio ser canceriana! “Você será o meu amor-amizade, um pouco mais do que as amizades comum, um pouco menos que o amor, pois não te quero monopolizar, e sei que você não me deseja só pra si”, ele estava absolutamente certo! Eu posso fazer o que? Eu até já resisti algumas vezes, mas as cantadas sutis, os suspiros romanticos, as indiretas ridiculas… Todas me divertem, inflam meu ego, e cada vez mais vou me envolvendo por ele. Não me condenem, sou só vítima desse olhar destruidor de lares… Eu já disse a ele uma vez: “Gui, esse seu olhar, acaba comigo… É como se eu fosse alvejada por inúmeras flechas, sou destruida, e dizimada, mas do que seria se fosse envenenada ou atropelada!” Ele deu aquela risada gostosa e rebateu: “Isso é você falando, ou as várias doses de vodka com laranjada?” A minha resposta foi um beijo. Talvez eu esteja errada, mas eu aprendi com ele, que o erro só existe, quando somos julgados, e enquanto isso não acontecer, vou fazer o que quiser, pois essa vaidade em mim, exige esse olhar de conquistador barato!

Bruno M. Tôp

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Bruno M. Tôp

A gente vai ficando velho, e deixando o tempo assassinar nossos sonhos. Sempre com a mesma desculpa; 'continuo isso mais tarde', mais para mim mesmo, do que para os outros, sem perceber, eu deixei meus sonhos de lado, assim como a maioria das pessoas. Deixei o tempo se enferruja…
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A gente vai ficando velho, e deixando o tempo assassinar nossos sonhos. Sempre com a mesma desculpa; 'continuo isso mais tarde', mais para mim mesmo, do que para os outros, sem perceber, eu deixei meus sonhos de lado, assim como a maioria das pessoas. Deixei o tempo se enferrujar a minha visão da vida, as cores que antes via nas coisas pequenas, como poder fazer o tempo esperar, como esperei, e ficar sem fazer nada, dando um tempo só para mim; não agora, os tempos que passo de forma boemia, são tempos de angústia, em que o guloso espírito de responsabilidade rouba a graça da vadiagem. É como eu sempre soube, os seres humanos quando envelhecem, deixam de sonhar, simplesmente por enxergarem algo que quando eram crianças, nunca terem percebido; Há um teto acima de suas cabeça, que restringe suas ações e reações, que inibe suas vontades e espontaniedade, um teto chamado responsabilidades. E a única fuga para ele, é olhar de lado e ver numa janela, um céu azulado que se desenha acima da cabeça de seus filhos. Por isso que os pais se contentam em realizar os sonhos dos filhos; não é por eles não terem sonhado nunca, é só que, seus sonhos estão invisíveis, ocultados pelo teto acima de seus desejos juvenis. O Amor que outrora, teve tantas definições, hoje é apenas uma parte que me entorpece numa rotina que se eu parar para avaliar como deve ser avaliada, a saída de emergência guardada nos meus pulsos, será usada. Uma ilusão, minha vida, muita dor, esperança, sonho, alegria, um vício, o que há de mais maravilhoso, uma sensação de vazio e ainda assim, apenas uma palavra. Eu esqueci que o Amor já foi tudo isso para mim. Meu teto me impede de perceber essas coisas tão óbvias assim. Agora, o que me resta, é tentar fugir um pouco mais desse teto, mas pelo que me parece, o tempo não vai deixar, ele está zangado por eu ter aproveitado do amor de forma tão hipócrita e criminosa. É isso que dá, afirmar ser raposa, ter coração de gelo, e nem ao menos saber, quais sentimentos são verdadeiros.

Uma saudade bem espaçosa, perseguindo os padrões, de uma rotina de desencontros, fazendo das fotos, uma fuga especial, é aí onde nosso amor se sobrepõe. Ninguém é tão agraciado quanto nós dois, nós não estamos no fim, mas já superamos o tão famoso 'felizes para sempre', e eu sei…
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Uma saudade bem espaçosa, perseguindo os padrões, de uma rotina de desencontros, fazendo das fotos, uma fuga especial, é aí onde nosso amor se sobrepõe. Ninguém é tão agraciado quanto nós dois, nós não estamos no fim, mas já superamos o tão famoso 'felizes para sempre', e eu sei disso porque toda vez que você exibe um sorriso, o meu próprio sorriso o sobrepõe. É, eu tenho certeza, ninguém é tão sortudo quanto nós somos. Quando você me liga, e me diz como você se sente, eu fico imaginando como e quando você se enraizou tão longe, sem eu nem mesmo notar. Como e quando, meu coração deixou de ser meu, para ser seu? Você já deve ter percebido, mas eu não costumava a estar habituado a isso, e sem nem perceber, discutia só por discutir, porque a paz que seu olhar me inundava, era tão inédita... Só que não há nada de mal nisso, eu apenas nunca estive tão feliz. E agora, eu tenho essa sensação de que se eu demonstrar exageradamente o bastante, você vai sorrir de volta pra mim, o sorriso tão intenso (e envergonhado) que só tem para mim, o sorriso pelo qual eu me apaixono todo dia. É, eu tenho certeza que ninguém sobrepõe a beleza do seu sorriso nesse mundo.

Nós continuamos conversando, Mas sinceramente, Eu não tenho ideia do que está acontecendo,
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Nós continuamos conversando, Mas sinceramente, Eu não tenho ideia do que está acontecendo, Ainda somos amigos? Existe uma magóa que você não admite, E isso me incomoda bastante, Como um colibri, Pairando no ar. Percebo que você está me evitando, Mas sinceramente, Não é de hoje que isso vem acontecendo, Faz tempo que você não é mais a mesma comigo, E nosso sorriso, você não mais permite, Como se o que a gente já teve fosse irrelevante, Algo que eu fechei assim que abri, Que você nunca deixou respirar. O problema é que sempre lhe vejo, Sou fisgado pelo encanto do seu olhar, Me pego saudoso do seu beijo... Não sei mais o que esperar. Só me resta esperar que esse desejo, De alguma forma consiga me deixar, Que o gosto voraz do seu beijo, Minha memória consiga apagar.

Ela é macia, quente, seu abraço um tanto aconchegante, segurá-la em meus braços foi mais natural do que poderia imaginar; seu perfume é uma doce promessa que me traz lágrimas aos olhos. Foi assim que me despedi, sem nem perceber que era uma despedida. Por menos um ciclo do sol,…
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Ela é macia, quente, seu abraço um tanto aconchegante, segurá-la em meus braços foi mais natural do que poderia imaginar; seu perfume é uma doce promessa que me traz lágrimas aos olhos. Foi assim que me despedi, sem nem perceber que era uma despedida. Por menos um ciclo do sol, eu a conheci, me apaixonei, me viciei, desapeguei, abandonei, reapaixonei, enjuei e ignorei. Tudo tão rápido, mas de uma forma tão intensa, que foi um amor para uma vida toda; pena que esse amor não durou nem mesmo a vida de uma vespa, que nasce na primavera, e morre num inverno. Foi mais ou menos o que aconteceu com ela, como uma vespa, que visualiza uma fogueira. Pobre coitada, hipnotizada, lá no fundo sabia que seria o seu fim, mas não resistiu aquela luz, e foi em direção a fogueira. Pobre dela, que sempre foi contra ao que eu queria, e sem perceber, não teve escolhas, veio até mim, deixando morrer sua parte mais inocente. E aí, depois do pequeno hiatus que preguei ao seu coração, ela aprendeu a se proteger de mim, de uma forma que nunca esperei. Pois é, como eu sou um mal perdedor, não aceitei aquela defesa. Eu nunca fui um vencedor, porém, nunca aceitei a derrota. Na verdade, é algo bem além, essa caracteristica é do meu coração, que simplesmente não sabe perder. E desde então, eu desapereci, a fogueira se apagou, e a pobre vespa ficou desnorteada, no escuro, sem seu vício para lhe guiar. Mas essa é só mais um romance, que como todo romance que se prese, teve seu início, seu meio, e seu fim. Pois por definição, romance tem que ter um fim.