Frase de Isabel Morais Ribeiro Fonseca
TALVEZ SOU Sou o meu próprio carrasco Despojada de palavras lidas Num livro jamais escrito De sonhos gigantes Nos confins da alma Fazendo dos nãos talvez sins Limites de alguns instantes Letras cativas de solidão Busquei na procura das virgulas Perdidas dos que se desejam Nas carnais sensações que despertam As palavras despidas de desejo Carrasco de corpos sôfrego de letras Pontos das páginas escritas De despidos corpos amando-se Entre as sedentas repetidas páginas Nos profanos sentimentos Que se tentam libertar nas letras Entre o meu próprio carrasco Carne, corpo, sentimento Escrita num livro jamais lido.
No pensador.ai desde