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Frase de Jacilene Arruda

Carta à minha alma gêmea Ainda que eu não saiba teu nome, teu rosto vive em mim como um eco antigo. Há algo em mim que te reconhece, mesmo sem nunca ter te tocado. Talvez sejamos feitos da mesma luz, do mesmo silêncio que dança entre as estrelas. Quando o mundo pesa, é tua lembrança que me alivia, como se tua existência me soprasse coragem. Não te busco com pressa, porque sei que o tempo da alma é diferente. Mas quando nossos caminhos se cruzarem, não haverá dúvida — só um profundo “enfim”. E se já nos encontramos, que essa carta te alcance como um sussurro, lembrando que o amor verdadeiro não precisa de provas — só de presença. Com tudo que sou, com tudo que ainda serei, te espero com leveza, como quem espera a primavera.

Jacilene Arruda

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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A ânsia de aprender de tudo Tem me deixado cada vez mais solitária Abro os olhos e enxergo a bagunça disso tudo E questiono a mim mesma por que escolhi tamanho fardo?