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Frase de Elder Costa

⁠Um pouco de dor, apenas isso é o que te peço, apenas isso é o que não queria. Estamos hoje com novos pensamentos, com questões que demoravam a eternidade para serem feitas. Se contigo levou parte de mim, eu também levei parte de ti, mas você ainda está aqui meu bem. A lua tem ensinado ao reflexo triste como abraçar a solidão e brilhar, mas ainda não consigo ser como os teus olhos. Tenho tido em minhas reflexões, nossas prosas, nossas lembranças infinitas, mas te digo que não sei ao certo onde errei... O riso das estrelas cantando tão alto aqui dentro, a sombra se esconde atrás do meu sorriso quebrado, estou congelando por debaixo da saudade. Encontrei abrigo atrás da minha mente, mas a suficiência é inexistente sem você, sem a mim. Sem lágrimas para derramar, eu levo a dor comigo até cobrar, até contar...

Elder Costa

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Elder Costa

Nesse mar eu decidi navegar com meu corpo despido de incertezas. Meu pacto foi feito sobre o fragor da meia-noite onde o escuro acobertava minha escassa liberdade. No peito das pedras sou escravo, governado pelo oceano que pertence a mim. As marulhadas gritavam meu nome assim com…
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Nesse mar eu decidi navegar com meu corpo despido de incertezas. Meu pacto foi feito sobre o fragor da meia-noite onde o escuro acobertava minha escassa liberdade. No peito das pedras sou escravo, governado pelo oceano que pertence a mim. As marulhadas gritavam meu nome assim como os peixes gorgulhavam tão alto no meu ouvido! Me deixe sentir a água entrar nos meus pulmões, esqueça que sou seu súdito mortal e me mate nessa tempestade! Por favor lave minhas cicatrizes... Me deixe morrer, sim! Não me negue a paz. Só me dê mais um pouco do seu doce mar!

Cordas! Cordas em minhas mãos. Seus movimentos têm o monopólio do cadáver. Ande, pule, sinta, quebre seu coração. Apresentando-se para as cadeiras vazias continue seu número. Enrrolado sem cor, sem medo, sem amor. Um homem na mão de outros, um boneco no peito de seu amor. Corte!…
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Cordas! Cordas em minhas mãos. Seus movimentos têm o monopólio do cadáver. Ande, pule, sinta, quebre seu coração. Apresentando-se para as cadeiras vazias continue seu número. Enrrolado sem cor, sem medo, sem amor. Um homem na mão de outros, um boneco no peito de seu amor. Corte! Corte minhas mãos! Mas não deixe-me terminar o show. O refletor é venda. Onde está? O amor próprio que me salvou?

Amordaçado ele segue sem se importar com os sentimentos que batem na porta. Imóvel e descrente prossegue sobre as fendas agrurantes do desepero. O barulho! O barulho das batidas me assombra ao mesmo tempo em que cicatrizes traz. Persiste não aceitando o seu destino. Covarde porqu…
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Amordaçado ele segue sem se importar com os sentimentos que batem na porta. Imóvel e descrente prossegue sobre as fendas agrurantes do desepero. O barulho! O barulho das batidas me assombra ao mesmo tempo em que cicatrizes traz. Persiste não aceitando o seu destino. Covarde porque não vociferou?! Insisti em condenar o corpo e a mente que lhe derão abrigo? Com essas batidas. Com esse palpitar. Toda vez que ela passar.

Rio de traças que envenena e desgraça e trapaça. Corrente que prende e desprende lúcida como a gazela que mente. Exatamente como a mente que tenta e também aumenta suficiente.
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Rio de traças que envenena e desgraça e trapaça. Corrente que prende e desprende lúcida como a gazela que mente. Exatamente como a mente que tenta e também aumenta suficiente. Não tente se não for do lado dos crentes. Salgado e morno, como um peixe cru sem forno. És o meu interno morteiro desprovido do sossego rotineiro. Como o som das gorgulhas pelos peixe-agulhas do mar de batalhas profundas sem censura.