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Frase de Andressa Lacerda

AMOR O amor é como a chuva. Às vezes é uma neblina, Uma chuvinha fina. Apenas uma paz Ele traz. Mas nem sempre é assim. Pode ser tempestade. Chega e faz um rebuliço, Transforma, destrói Um pobre coração Que jamais poderá ser Consertado, remendado. Ficará para sempre Com as marcas Que ali passou um amor. E como vendaval, não como neblina, Destruiu, aniquilou. Uns dizem que deixou dor Porque era paixão. Que nunca é chuva fina, Mas furacão.

Andressa Lacerda

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Aconchego que não tem beijo Palavras ou caricias que seja maior Que esse laço que é feito de mãos e braços.
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Aconchego que não tem beijo Palavras ou caricias que seja maior Que esse laço que é feito de mãos e braços. Onde dois corações encontram-se, sentem-se E se harmonizam no mesmo compasso. O abraço traduz qualquer língua, Não importa se quem se abraça Faz parte do mesmo país. No momento que se enlaçam Ele tudo diz. Sem entoar sons, Seduz, perdoa, felicita, consola. E, muitas vezes, é através dele Que muitos não controlam As emoções guardadas. Há muito resguardadas. E dentro daquele espaço, Encostado no peito, ombro E apertado entre braços, Derramam lágrimas contidas, Muitas vezes esquecidas Dentro dos mais longínquos recantos da alma. E depois de não mais segurar o que lhe machucam e assolam, Tudo se acalma. Porque dentro da redoma de braços As dores presentes e as que estão por vir Parecem que deixam de existir. Pois esse círculo tão perfeito Tem o poder de proteger De tudo e de todos. Mesmo que, às vezes, os braços que cercam Acariciam e apertam São frágeis, não são de aço. Mas isso pouco importa, Pois o poder do abraço é infinito. Vai muito além de tocar o corpo, Mas principalmente o espírito.

FAXINA INTERNA Dias chuvosos e frios Podem ser tristes e vazios.
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FAXINA INTERNA Dias chuvosos e frios Podem ser tristes e vazios. Mas podem também ser adequados para reflexão. Para fazer um balanço da vida, Chegar uma conclusão, Se ela está de acordo o seu querer Ou precisa refazer Aqui e ali. Aparar as arestas, Jogar fora crenças, Velhas esperanças, Sonhos e tudo que já não presta. Como uma casa, seu computador ou celular Às vezes é necessário fazer uma faxina. Deletar coisas inúteis. E sacudir a poeira, E envernizar Aquilo que ainda serve para ser usado. Como projetos esquecidos, Que estão há muito tempo guardados, Mas que não devem ser desmerecidos. Talvez na primeira limpeza, Não jogue fora tudo que deva. Seja muito apegado a tudo que está acumulado. Por isso que muitos possuem dentro de si Enorme quarto de entulho. Pior ainda são aqueles Que não notam que muita coisa perdeu a validade E continuam encarando paradigmas, Ainda aprendido como crianças, Como verdades. Mas persista vasculhando suas gavetas internas Com constância. Pouco a pouco, Irá se desapegando de tudo que não tem valor. Caminhará mais leve e feliz Chegando a destinos que nem mesmo sonhou.