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Frase de José Augusto dos Santos

⁠A Velhice Como tudo que há na natureza Chega para nós com lerdeza A velhice que nos alcança As mãos mostram o lapso do tempo As rugas surgem nos mudando Já não somos tão saudáveis Nem tão poucos atraentes Apenas o conhecimento que adquirimos da vida Que logo se extingue Aonde de tão sábios não conseguimos ensinar os mais jovens Os tempos mudam e nos tornamos obsoletos Vamos deixando de lado certas opiniões Coisas que não interessam Mas quando mais velhos Cada vez mais só Chega o tempo em que algumas pessoas que já foram especiais se vão Algumas que nos abandonaram Outras que a vida que já foi Com o ciclo natural da morte Que um dia nos alcança Alguns chegam cedo e outros muito lá longe Mas ela é perfeccionista e nada lhe escapa Aproveite a juventude Viva com plenitude Pois quanto mais o tempo é passado Mais vivemos daquilo que é recordado As vezes chateado Por nos preocuparmos mais com a vida profissional que as vezes não teve frutos bons colhidos Do que nossa família que independente do que você se tornou Sempre lhe amou

José Augusto dos Santos

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Pensador.com

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Outras frases de José Augusto dos Santos

⁠Apenas Mais Uma Lembrança Talvez lá no fundo ela sabia Tudo aquilo que eu escondia
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⁠Apenas Mais Uma Lembrança Talvez lá no fundo ela sabia Tudo aquilo que eu escondia Aquilo eu que guardava e não dizia Só de me olhar ela já entendia Talvez nós dois erramos Afinal somos humanos Queria um dia no tempo voltar E de forma diferente isso acabar Mas o tempo e irreversível E ao mesmo tempo terrível Para erros do passado Que fica sempre marcado Então cada um segue de forma diferente Ambos de forma ausente Tudo aquilo que foi especial se torna apenas uma lembrança Já não há mais esperança

⁠As Pessoas Mudaram As pessoas andam tão caladas Fingem sorrisos com suas almas despedaçadas
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⁠As Pessoas Mudaram As pessoas andam tão caladas Fingem sorrisos com suas almas despedaçadas As pessoas tão vazias e sem sentido Corações tão frios que me pergunto se algum dia novamente podem ser aquecidos? Será que tenham esquecidos? Os sentimentos tenham sido perdidos? Até quando guardaremos mágoas enquanto vivos? Uma grande falta de empatia Humildade e simpatia Máscaras nos rostos caminhando na multidão Almas boas em um precipício rumo a escuridão

⁠A Estrada Eu caminhava em uma estrada Aonde muitos se perderam a procura do caminho
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⁠A Estrada Eu caminhava em uma estrada Aonde muitos se perderam a procura do caminho Nela não conhecia nada Meus amigos me alertavam mas sempre estou sozinho A estrada era vazia e o vento ecoava Aonde passei ninguém que conheço lá estava Me lembro que sempre minha mãe me alertava Mas no fim nada disso mudava Alguns não gostam de mudanças Já outros sempre criam esperanças Sonhadores desde quando éramos crianças As estações passaram As pessoas mudaram Amores vieram e acabaram Amores não se concretizaram Ideias não planejadas Expectativas que foram criadas Amizades terminadas Algumas pessoas ficaram caladas Outras simplesmente distanciadas A bebida não fazia mais efeito Eu não dormia e não pensava mais direito Não é todos que chegaram no paraíso E tão poucos fizeram o que era preciso