Frase de Raniere Gonçalves
A rapinha da garrafa. Dois dedos translúcidos mergulhados em energéticas bolhas douradas. E já, já seguirei o habitual caminho do prazer. Os balcões dos bares costumeiros aguardam pelo cuidadoso atracar do meu cotovelo esquerdo. Lá vou eu, já vou eu colorir meus olhos marrons com o brilho ensurdecedor da multidão vazia. Procurarei princesas pálidas, ou cervejas gélidas, ou a saciedade gordurosa de um x bacon.
No pensador.ai desde