Frase de Fernandha Franklin
Uma boneca fora de matrix (Fernandha Franklin) Ela acordou em meio a uma massa "auto alienada", que procurava recursos hipnotizantes, para manterem-se isentas da realidade. Uma massa que parecia desperta e consciente por estarem de olhos abertos, mas que não "enxergavam" nada. Ela acordou cedo...em meio a uma multidão que acreditava ser "humanidade", mas de forma zumbificada, nem acordada estava. Então ela que acordou cedo, Sozinha e com medo, permaneceu imóvel em silêncio, como se também não tivesse vida. Chocada e calada, só restava-lhe observar a desastrosa dança dos sonâmbulos. E eles estavam em toda parte... Na tv... no rádio... nas revistas... nos palcos... na rua... na repartição ao lado... no ponto de ônibus... em casa.... e até ministrando palestras motivacionais. Sentindo-se, raros e especiais, mas sem perceber que eram de fato, escravos da vaidade, ao crer em sua utilidade perante a sociedade . E haviam uma minoria... Uns poucos conscientes (donos de suas próprias mentes) que ao atreverem despertar a maioria, eram boicotados... Julgados "coitados", ou "aqueles que não sabiam o que diziam". Naquela época, a principal forma de alienar a massa consistia em descredibilizar a verdade, fazendo com que riam da "cara" de quem se arriscasse a contar sobre como o mundo realmente era . Então os loucos eram os acordados... E os normais, todos aqueles que dormiam de olhos abertos. E ela observava... Mas pouco fazia além de escrever pequenas doses de "verdades cruas" misturadas à contos, poemas e textos sem grandes impactos. Havia verdade em tudo, e ela esperava que os que queriam despertar, fossem capazes de perceber. E foi assim, que mesmo calada, ela falava para uma massa que dormia.
No pensador.ai desde