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Frase de Salomão Sousa

⁠Pensar sempre em arranjos de beleza, em arranjos que impeçam a violência, em arranjos que não sejam só arroubos de dinheiro. Ajudar a desmontar a roda da subserviência. Se tiver de gritar, gritar não porque tem riqueza ou poder, mas porque tem oferta de harmonia, gritar porque deseja contribuir com verdades que ajudam o mundo a ser duradouro e possamos conviver felizes com nossas divergências e diferenças.

Salomão Sousa

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Pensador.com

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⁠Não atrapalhe a alegria!
⁠Escrevemos e lemos para organizar novos arranjos para as palavras, onde surgem novos significados, novas propostas de relações sociais, onde os indivíduos, as comunidade e as nacionalidades passam a se conhecer, a se respeitar e a enriquecer. A leitura é um gesto solitário, mas…
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⁠Escrevemos e lemos para organizar novos arranjos para as palavras, onde surgem novos significados, novas propostas de relações sociais, onde os indivíduos, as comunidade e as nacionalidades passam a se conhecer, a se respeitar e a enriquecer. A leitura é um gesto solitário, mas acumula no indivíduo a compreensão dos espaços que deseja ocupar. A manifestação de argumentos agregadores estimula a concórdia e a sobrevivência da liberdade.

⁠A índole que se manifesta pelo xingamento e pela ameaça mantém intrínsecas características com o autoritarismo (fascismo), com ele se confundindo e mantendo identidade. Os pais geram os futuros homens brutos ao emprestarem seus filhos para exposição nos braços da figura autoritá…
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⁠A índole que se manifesta pelo xingamento e pela ameaça mantém intrínsecas características com o autoritarismo (fascismo), com ele se confundindo e mantendo identidade. Os pais geram os futuros homens brutos ao emprestarem seus filhos para exposição nos braços da figura autoritária. Com essa aprendizagem, o brasileiro xinga o cachorro, o retrovisor que não funciona, a porta emperrada, a vaca geniosa. Xinga no trânsito, xinga o vizinho e o morador de rua. Se não encontra um palavrão, chuta a porta emperrada. O chute ou o murro são extensões dos palavrões. Como não encontra formas de diálogo, busca a arma escondida e prega fogo no oponente. O repertório de palavrões, com essa prática, se tornou incomensurável e cresce a cada dia. E são tantas as palavras carinhosas que podem substituí-las. Poderíamos usá-las com mais frequência para que as crianças possam ser formadas com mansidão e sejam bons cidadãos, pois os futuros políticos precisam negociar de forma harmoniosa para que os resultados da administração sejam de enriquecimento da nacionalidade. As palavras afetuosas amainam a raiva, o furor e o ódio, abrem caminhos para extirpar a violência.