Frase de Ricardo Branco
Nunca tente impor sua presença, Nunca cobre atenção, Se não puder ser a solução, Pelo menos não seja parte do problema. Faça as coisas por si mesmo E não espere nada de ninguém...
No pensador.ai desde
Nunca tente impor sua presença, Nunca cobre atenção, Se não puder ser a solução, Pelo menos não seja parte do problema. Faça as coisas por si mesmo E não espere nada de ninguém...
No pensador.ai desde
Nada que eu use, Nada que eu tome, Nada resolve,
Nada que eu use, Nada que eu tome, Nada resolve, Nada te consome, Tua presença disfarçada de ausência não some, E tudo que era anterior ao sentimento inferior fica, E me complica, E me corrói com um lapso que não se explica, E a ferida ainda é rica De tantos cortes dentro de si mesma, Que nenhum remédio nela se aplica, A minha promessa ainda está viva, Dentro do nada, Existente no tempo, Em que alguma coisa de bom ainda havia. Nada que eu use, Nada que eu tome, Nada resolve, Nada... Nada te consome...
Segura a mão mais um pouco, Você não precisa mais dar nenhum passo em falso, Já sabe que tudo é o contrário do que deveria ser,
Segura a mão mais um pouco, Você não precisa mais dar nenhum passo em falso, Já sabe que tudo é o contrário do que deveria ser, Ninguém mais tem o velho e bom caráter que costumavam ter. Pelo menos agora nada mais te impressiona, Ser pego de surpresa virou brincadeira de criança, Que de tão previsível que ficou, Nem te corrompe, nem mata, Não te tira do sério, não te faz absolutamente Nada... Segura a mão aí, Só mais um pouco, Você não precisa dar mais um passo em falso, Nem sair correndo feito louco. Só segura a mão aí mais um pouco...
E que a normalidade não se torne ambígua, Trazendo à tona toda rotina triste e faminta, Sedenta por outros mares, outros sonhos
E que a normalidade não se torne ambígua, Trazendo à tona toda rotina triste e faminta, Sedenta por outros mares, outros sonhos E outras portas escancaradas para o desconhecido
A escola de Olavo Bilac Geneviéve estudava em uma escola Que ficava numa velha cidade do interior,
A escola de Olavo Bilac Geneviéve estudava em uma escola Que ficava numa velha cidade do interior, Todo dia andava até ficar cansada, E seus pés doíam como no dia anterior. A escola tinha nome de poeta, Também tinha pátio, também tinha professor, Geneviéve só não gostava da inspetora, e muito menos do diretor. Todo dia tinha aula E toda aula uma história, E toda história tinha doutor, bandido E até o poeta com o nome da escola. De tardezinha Geneviéve voltava para casa, No rosto, um sorriso que nunca se fechava, Já esperando um novo dia, Uma nova história, A via láctea...