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Frase de Denise Severgnini

TEU SILÊNCIO ME BEIJA Ausência de sons incendeia meus tímpanos Como se a implorar fossem pela tua presença Nem tua sombra aparece revestida em panos E o aquietamento de teus lábios é descrença Mesmo distante, ainda, causas incuráveis danos Rezo outras cartilhas, aparto tuas desavenças Visto templos de deuses pagãos e tão profanos Não distingo entre tantos credos, a tua herança Eu regulo minha exatidão... Teu silêncio me beija E os lábios sorvem a saudade, doce-fel mortal Ainda sou aquela alma açoitada e mui andeja... Quero festa com acordes musicais em brados Renúncias, dissabores... Esquecidos em festival Para que tua foto seja colada em outros quadros

Denise Severgnini

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Pensador.com

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MORENDO DO PRAZER DO AMOR Inexplicável sentir de mãos que percorrem um corpo lentamente Desvendando caminhos que ele próprio desconhece
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MORENDO DO PRAZER DO AMOR Inexplicável sentir de mãos que percorrem um corpo lentamente Desvendando caminhos que ele próprio desconhece Como mapa de tesouro, vai seguindo, percorrendo as trilhas que levam à saciedade suprema Como a luz que dirige o náufrago à vida, suaves mãos conduzem o corpo ao imenso prazer do sentir amor Derramam bênçãos de sentimentos mágicos sobre lençóis de céu Duas vidas, num instante fazem-se una – conjunção carnal-, de onde a alma não fica oculta Manifesta-se na felicidade sentida...Dá para morrer nesta hora E morrendo do prazer, render-se a tudo o que te liga ao ser amado Quero morrer, morrer de amor, morrer de prazer e ressuscitar cada dia mais, a fim de viver muito, muito mais amor!!!

Ex - amor Podes partir, nada importa mais agora... Tuas desculpas, teus gestos, teu amor!
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Ex - amor Podes partir, nada importa mais agora... Tuas desculpas, teus gestos, teu amor! O que restou é esta alma que chora As dissidências do teu rude desamor! Como é fácil deixar um coração incolor! Voeja!...Não tenho emoção, nesta hora! Podes partir, nada importa mais agora... Tuas desculpas, teus gestos, teu amor! Um amor verdadeiro, sempre revigora. Falsas palavras agem a nos decompor... Cansei das tuas inverdades sem mora. Acha outra alma incauta a teu dispor. Podes partir, nada importa mais agora...

(Des)_encontro de Amor Houve um tempo no tempo confuso Houve uma espera do querer obtuso
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(Des)_encontro de Amor Houve um tempo no tempo confuso Houve uma espera do querer obtuso Um rosto desenhado na tua saudade De um não confessado contentamento Houve uma resposta não falada Eventual encontro na madrugada Duas almas embalsamadas no sonhar Ambos encarcerados n’arte de amar Houve um encontro de amor Esdrúxulo, eventual, furta-cor Perdurou apenas uma estação Mas restou, na alma, toda emoção