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Frase de Saul Pereira de Freitas

*O VAI-E-VOLTA" *(Saul Beleza)* Gente, vocês já ficaram com alguém que é igual ônibus? Ela vai... ela volta... ela vai... ela volta... E você lá no ponto. De guarda-chuva. Na chuva. Há 3 anos. Aí um dia você se pergunta: "Quem é o problema aqui? Ela que volta... ou eu que deixo?" Mano, é os dois. Ela é o problema que volta. E eu sou o problema que abre a porta. Ela vai e volta igual controle de TV com pilha fraca. Some 2 semanas, do nada: "Oi sumido" Mano, sumido nada. Eu tava aqui. Você que tava na Disney. E eu aceito. Por quê? Porque saudade é igual cachaça ruim. Você sabe que vai dar dor de cabeça amanhã, mas na hora você bebe e grita: "VEM MAIS UMA!" Aí ela volta, a gente finge que é recomeço. É recomeço nada. É Ctrl+C, Ctrl+V. Mesma briga, mesma maquiagem, mesma promessa de "agora vai". Sabe qual é a diferença entre vai-e-volta e relacionamento? No relacionamento tem futuro. No vai-e-volta só tem retorno. E o pior é que a gente vira especialista. "Ah, ela vai voltar na terça" "Não, volta depois do feriado, que ela sempre volta depois do feriado" Irmão, você virou meteorologista de ex. Se ela se vai e logo volta... O problema tá nela que não sabe ficar. E tá em mim que não sei soltar. E tá nos dois que transformaram amor em elástico. E elástico, gente... uma hora estoura. E quando estoura, bate na cara. E dói. Mas pelo menos para de esticar. Obrigado, gente! Se seu ex te mandou "oi" hoje, responde com "tô ocupado". Ocupado nada, estou aqui, oi sumido!

Saul Pereira de Freitas

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Saul Pereira de Freitas

Ninguém aprende na calmaria. A calmaria é só o prêmio. Foi a turbulência que te ensinou a segurar o leme. Que te mostrou quem fica no barco quando balança. Agora você sabe:
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Ninguém aprende na calmaria. A calmaria é só o prêmio. Foi a turbulência que te ensinou a segurar o leme. Que te mostrou quem fica no barco quando balança. Agora você sabe: Na turbulência a gente descobre. Na calmaria a gente segue. E cada um com seu destino, mas o seu barco, continua a flutuar no Rio Verdão. Firme. Cortando água mansa, porque já aguentou água brava. (Saul Beleza)

Às Eras da História Humana (Idade Antiga até hoje): Após o surgimento da escrita (por volta de 4000–3500 a.C.), a história humana é dividida em: • Pré-História: Período anterior à escrita (Paleolítico, Neolítico e Idade dos Metais).
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Às Eras da História Humana (Idade Antiga até hoje): Após o surgimento da escrita (por volta de 4000–3500 a.C.), a história humana é dividida em: • Pré-História: Período anterior à escrita (Paleolítico, Neolítico e Idade dos Metais). • Idade Antiga: Da invenção da escrita até a queda do Império Romano do Ocidente (476 d.C.). • Idade Média: De 476 d.C. até a queda de Constantinopla (1453) ou a chegada a América (1492). • Idade Moderna: De 1492 até a Revolução Francesa (1789). • Idade Contemporânea: De 1789 até os dias atuais. . Em breve estaremos na idade das migalhas, vamos sobreviver das sobras do Governo, e o pior, vamos ser gratos por isso. Expedito Lascado da silva

Porque o amor que dura pra sempre não precisa de todo dia. Ele não vive de mensagem, de toque, de presença.
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Porque o amor que dura pra sempre não precisa de todo dia. Ele não vive de mensagem, de toque, de presença. Ele vive de ter acontecido de verdade. Uma vez que duas almas se reconhecem, não existe mais longe. Existe só saudade. E saudade é só o jeito que o amor tem de provar que ainda tá lá, batendo. Tem gente que passa a vida inteira do lado e nunca se toca. E tem gente que se tocou uma vez só, e nunca mais se largou por dentro. Esse é o amor que perdurou. Ele não acabou. Ele só mudou de lugar. Saiu do mundo e entrou na eternidade. (Mario Valen/Saul Beleza)

Se for guerra, que seja assim: Me rende com teus beijos, me desarma com teu cheiro,
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Se for guerra, que seja assim: Me rende com teus beijos, me desarma com teu cheiro, me deixa sem defesa nenhuma no teu abraço. Me explode o coração, mas de amor, me tortura, mas de saudade quando você não tá, me faz rastejar, mas pra te alcançar mais depressa. E no fim, suados, rindo, a gente pede clemência um pro outro, e assina a paz na beira do Rio verdao. (Saul Beleza)