Frase de Isabel Morais Ribeiro Fonseca
Navego pelas margens Pelas margens da memória Sinto-me perdida Por favor Não me deixem só Sozinha Nos momentos de solidão Onde rasgo as águas do tempo Como as gaivotas... No horizonte Carregando toda a tristeza deste mundo O silêncio faz-se tão doce Que o mar solta-se nos nossos olhos Adormecendo a dor do coração As estrelas despertam a solidão Amor abraça-me Abraça-me para sentir a emoção Neste mar de águas profundas Como um barco à deriva Cheio de saudade que maltrata Maltrata esta dor agarrada ao corpo Que veste de negro esta ingrata alma Poesia triste, feita em poemas Na multidão, desta minha triste solidão!
No pensador.ai desde