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Frase de edson ricardo paiva

Linha de cerol e o rosto a olhar pro Sol Linha de costura e agulha o dedo fura Linha de anzol e o Violão em si bemol linha do trem e na frente não tem ninguém linha da palma da mão e no bolso nenhum tostão

edson ricardo paiva

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Pensador.com

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Outras frases de edson ricardo paiva

Quanto mais parece perto Mais difícil de alcançar Mas meu coração não pára
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Quanto mais parece perto Mais difícil de alcançar Mas meu coração não pára E eu te respiro com o ar Vou vivendo,enquanto morro Sem esperança de socorro Eu grito e você não me ouve Penso em você quando chove Te vejo em tudo que se move E não encontro uma razão Razão é o que menos importa Então vem, que eu abro a porta Ou me chama, que eu pulo a janela Se ficar a casa é sua E com você eu assisto a novela E com você eu ficaria Até o resto dos meus dias.

Estranha sensação Não sei como ou porque acontece De repente tenho a impressão de estar chegando
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Estranha sensação Não sei como ou porque acontece De repente tenho a impressão de estar chegando em um tempo e lugar aonde eu sempre soube que chegaria Mas ainda não vislumbro nada Como nunca vislumbrei, mas sempre intuí É como uma idéia que foge antes de ser pensada Como um sonho que não consigo lembrar Mas que sempre me apresentou imagens que agora vejo E ouço uma voz me dizendo: "Eu não disse?" Mas eu nunca entendi o que ela dizia Simplesmente porque ela nunca disse nada Mas avisava que eu estava a caminho do inexorável destino de onde agora vislumbro meu passado E me faz compreender que tudo sempre esteve interligado E que nunca fui melhor e nem pior Nem diferente e nem igual Mas que eu soube ser eu E ser feliz por não ter permitido que ninguém me mudasse E nunca ter mudado por nada e nem ninguém Ter feito as coisas certas Que deveria ter feito Apesar de algumas escolhas erradas Tenho pouco a me arrepender Além daquilo que não fiz

Poema do amor impossível Quisera fosses sonho, pra sonhar-te Literalmente doce, devorar-te
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Poema do amor impossível Quisera fosses sonho, pra sonhar-te Literalmente doce, devorar-te Se fosses um poema, declamar-te Talvez fosses problema, resolver-te Quisera fosses morte, pra morrer-te Se feita pro consumo, consumir-te E se eu te visse triste, divertir-te Mas eu existo apenas pra querer-te Quisera fosses fumo, incinerar-te E se você sumisse, procurar-te Quem sabe então; eu nunca te encontrasse E Deus me desse a sorte de esquecer-te

Às vezes penso há quanto tempo vivo, e há quanto tempo existo Há quantas andam meus pensamentos
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Às vezes penso há quanto tempo vivo, e há quanto tempo existo Há quantas andam meus pensamentos e no que tenho feito pelos outros e para os outros E naquilo que haverei de deixar e penso que talvez o tão procurado segredo da vida esteja na diferença que interpretamos as palavras viver e existir deixar e fazer e no peso da palavra "Quanto?"