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Frase de Tiago Scheimann

Entre textos inacabados, frases dispersas, pequenos poemas escritos à margem da lucidez e rabiscos nascidos de pensamentos transitórios, vou acumulando fragmentos de mim mesmo, vestígios silenciosos de tudo aquilo que nunca encontrou forma suficiente para ser dito em voz alta. Cada palavra parece carregar resíduos de memória, como se a tinta tivesse sido diluída em melancolia e o papel se tornasse incapaz de suportar o peso invisível das lembranças que insistem em sobreviver dentro de mim. - Tiago Scheimann

Tiago Scheimann

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Pensador.com

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Outras frases de Tiago Scheimann

Talvez a maior tragédia não seja sofrer, mas descobrir que nenhuma explicação elimina o sofrimento. A existência não nos deve respostas. No máximo, concede-nos alguns instantes de lucidez entre um espanto e outro. E talvez seja precisamente essa lucidez — tão insuportável quanto…
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Talvez a maior tragédia não seja sofrer, mas descobrir que nenhuma explicação elimina o sofrimento. A existência não nos deve respostas. No máximo, concede-nos alguns instantes de lucidez entre um espanto e outro. E talvez seja precisamente essa lucidez — tão insuportável quanto indispensável — que chamamos, por falta de um nome melhor, de fé. - Tiago Scheimann

O tempo nunca curou ninguém. Apenas desgastou a violência das feridas até que elas aprendessem a sangrar em silêncio. Chamamos isso de cura porque a memória se torna menos ruidosa, não porque a dor tenha desaparecido. Algumas cicatrizes apenas deixam de pedir socorro. - Tiago Sc…
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O tempo nunca curou ninguém. Apenas desgastou a violência das feridas até que elas aprendessem a sangrar em silêncio. Chamamos isso de cura porque a memória se torna menos ruidosa, não porque a dor tenha desaparecido. Algumas cicatrizes apenas deixam de pedir socorro. - Tiago Scheimann

Perdoar não reescreve o passado, nem absolve as mãos que nos feriram. Apenas impede que uma antiga dor continue escrevendo o nosso presente. Há cicatrizes que não desaparecem; tornam-se portas para quartos onde ainda moram versões nossas que um dia sangraram. Mas chega um momen…
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Perdoar não reescreve o passado, nem absolve as mãos que nos feriram. Apenas impede que uma antiga dor continue escrevendo o nosso presente. Há cicatrizes que não desaparecem; tornam-se portas para quartos onde ainda moram versões nossas que um dia sangraram. Mas chega um momento em que precisamos entender: lembrar não é permanecer, e carregar uma ferida não significa morar dentro dela. Perdoar talvez seja isso — apagar a luz de um lugar que nos fez sofrer, fechar a porta e seguir adiante. Não porque esquecemos. Não porque a dor deixou de existir. Mas porque finalmente compreendemos que não precisamos mais morar lá. - Tiago Scheimann