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Frase de Josane Hodniki

Esse já é o grande mal da humanidade: a solidão. Talvez, por isso, tantas pessoas estão se enchendo de um conforto falso e ilusório que as redes sociais proporcionam. Viramos submissos da solidão. Acreditamos fielmente que estamos cheios de gente por perto. Nossa, 500 amigos no face? Olha?! Você comenta, o outro responde, você posta, aquela lá curte. No fundo, nunca estivemos tão sozinhos. Eu me orgulhava tanto de não estar nessas redes sociais. Me sentia toda inteligente, diferente, acima dos normais, quando alguém perguntava meu face. Eu dizia, com aquele olhar soberano "não tenho, anote meu celular". Ai que orgulho. Mas, me entreguei. Por que tenho medo de perder contato com amigos antigos. Eu sei. Fico me perguntando "se a gente quisesse se ver mesmo dava um jeito". Mas só falamos assim "vamos combinar alguma coisa" e nunca combinamos nada. "saudade amiga" e ninguém se vê. Hoje, quem não tem face pra mim é... no mínimo mais cult, mais elegante. Eu? Continuo nesse mundo besta. Burra e brega.

Josane Hodniki

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Se Nelson Rodrigues sentia-se como o menino que via o amor pelo buraco da fechadura Eu me sinto como aquela dona de casa que lava a gola da camisa do marido manchada de batom enquanto o verdureiro traz banana pra ela fazer doce O amor ainda me fascina feito garoto safado que esconde suas revistinhas embaixo da última gaveta

Qual o problema com os homens desse mundo? Assistam “o amor é cego” e entendam o que estou dizendo. Não que as magriiiiinhas não sejam adoráveis, mas faça um teste: convide alguma pra ir comer uma pizza. Melhor, convide alguma pra tomar uma cerveja comendo um “bilisquim”. Aliás,…
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Qual o problema com os homens desse mundo? Assistam “o amor é cego” e entendam o que estou dizendo. Não que as magriiiiinhas não sejam adoráveis, mas faça um teste: convide alguma pra ir comer uma pizza. Melhor, convide alguma pra tomar uma cerveja comendo um “bilisquim”. Aliás, não tem coisa mais ridícula, diga-se de passagem, para uma boa e conservadora magriiiinha do que chegar num bar e o acompanhante dizer: “uma cerveja e um bilisquim, fáfavor?”. É separação na certa, amigo. Agora, uma gordinha não. Pra ela, tudo é festa, companheiro. Pra ela, ir embora é realmente o que você deseja: comer um lanche no motel!