Frase de Mirla Cecilia
Tic Tac đ€« El Tiempo - Viva hoje, sinta hoje. O amanhĂŁ Ă© incerto. Eu sempre preciso me lembrar... as vezes esquecemos que nossa imortalidade estĂĄ no presente.
No pensador.ai desde
Tic Tac đ€« El Tiempo - Viva hoje, sinta hoje. O amanhĂŁ Ă© incerto. Eu sempre preciso me lembrar... as vezes esquecemos que nossa imortalidade estĂĄ no presente.
No pensador.ai desde
â A falta de gentileza Ă© como um cĂ©u nublado que vai cobrindo o sol aos poucos, sem pressa, atĂ© que vocĂȘ percebe que o calor se foi. Ela chega silenciosa, como se fosse nada, mas Ă© um nada que pesa, um vazio que ecoa. Ă como andar descalço por um caminho de flores e, de repente, sâŠ
â A falta de gentileza Ă© como um cĂ©u nublado que vai cobrindo o sol aos poucos, sem pressa, atĂ© que vocĂȘ percebe que o calor se foi. Ela chega silenciosa, como se fosse nada, mas Ă© um nada que pesa, um vazio que ecoa. Ă como andar descalço por um caminho de flores e, de repente, sentir o espinho que vocĂȘ nem viu crescer. Seria tĂŁo simples, nĂŁo? Oferecer uma palavra doce, um sorriso que ilumina, como quem abre a janela e deixa o sol entrar. Mas, quando nĂŁo se faz, o dia esfria, as cores desbotam, e a alma parece encolher. A falta de gentileza Ă© essa ausĂȘncia que raspa de leve, um vento que vai secando as folhas de dentro, atĂ© que, sem perceber, estamos ĂĄridos. E o mais curioso Ă© que ela corta em dois tempos, como uma dança mal ensaiada. O primeiro golpe Ă© no outro â aquele que esperava uma ponte e recebeu um muro. O segundo, mais sutil, vem de volta, atinge quem a nega, porque negar gentileza Ă© como negar ĂĄgua a si mesmo enquanto atravessa o deserto. No fundo, Ă© assim: a vida vai se tecendo entre gestos pequenos. E cada ato de gentileza Ă© como uma linha de seda que segura o tecido firme, evitando que ele se rasgue. Quando falta essa linha, o tecido da convivĂȘncia vai se desfazendo, ponto a ponto, atĂ© que o vento leva tudo. @poeticainterstelar
O ser humano costuma forjar-se. Na perspectiva de se auto afirmarem melhores e merecedores, surge uma forma desigual sobre outros. EntĂŁo, somos tudo que queremos afirmar? Ă ausente a balança mediadora de escolhas e sentimentos tĂŁo baixos e estĂșpidos.
O ser humano costuma forjar-se. Na perspectiva de se auto afirmarem melhores e merecedores, surge uma forma desigual sobre outros. EntĂŁo, somos tudo que queremos afirmar? Ă ausente a balança mediadora de escolhas e sentimentos tĂŁo baixos e estĂșpidos. Mas o que Ă© ser estĂșpido? Ă Saber demais das teorias e nĂŁo exercĂȘ-las? Ou Ă© zombar da nossa condição, limitação e veracidade? Para que serve o nosso intelecto sem a maçã do limiar que hĂĄ em existir imperfeito? Devo aproveitar-me de minha imperfeição para castrar meu estado existencial? Pra que se vestir de tanta estupidez e arrogĂąncia? Se nada terei no universo sem sombras de dĂșvidas.. NinguĂ©m deve pertencer ao inferno. Mas instintivamente, perde-se muito da vida criando sementes daninhas e que geram frutos. Para que serve a vida, se nĂŁo noiva-la com a gratidĂŁo e generosidade?
A cada minuto aprendendo a reter a inocĂȘncia nos olhos. Neste momento Ă© o Ășnico lugar em que podem salivar a si. âȘlute⏠contra os devoradores que furtam a inocĂȘncia de muitas crianças.
EntĂŁo, sejamos o paraĂso que ansiamos habitar.