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Frase de Lupaganini

423 Falando ao telefone com Maria do Rosário, abismei-me ao retrata-la como se seu interior visse. Nada daqueles anos nublados que vivemos me mostraria uma iguaria mais macabra de personalidade tão doce e despreendida;lobo em pelo de cordeiro. Vivendo anos com Maria do Rosário, vi que a coitada de nada tinha de Nossa senhora e se ela era uma Maria era somente. Nada mirava aquele rosto que ninguém conhecia, E se eu conselho désse indicaria para prevenir, Porque Maria do Rosário era sorriso doente, Mão que afagava machucando Botas que andavam lameando, língua que degustava amargando. E se conselho desse no finzinho alfinetava E muito do que falava inventava. E se falasse : -Pode deixar que guardo segredo, em questão de horas você tinha medo, Porque Maria do Rosário de Nossa Maria não tinha nada. E se dinheiro lhe pedisse Como quem logo pagava Podia dar por perdido E pra almas entregava Nunca aprendia a lição E dentre muitas ,só arrumava confusão. Seu irmão pobre inocente , Acreditando que lhe tratava os dentes Lhe emprestara grande quantia E pra receber a pobre nunca tinha E de antemao Nunca mais se via um tostão Mesmo fazendo tudo errado A danada era querida Porque quem de costume era Já entendia a batida Porque Maria do Rosário de Nossa Maria nada tinha. Era sorridente ,feliz Porquanto enquanto facilidade de fazer amigos, Em pouco tempo os tornava inimigos Porque tanto era a confusão Que em plena comunhão Pensava em como tirar proveito De um grande defeito Que se chama de enrrolacao Uma trapaça congênita Que em meio a sorrisos e habilidades Fazia chorar quem lhe amava Porque Maria do Rosário de Nossa Maria nada tinha. Nem compaixão nem paixão Por um riscado de amor Só tinha no pensar a perdição Que se traz no olhar Que cheira mal ao acionar O que devemos evitar Que se chama ambição

Lupaganini

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Pensador.com

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Outras frases de Lupaganini

433 Sem sono... Talvez esteja escondido em um maço de flores ou em uma xícara de café quente que me espera pela manhã,
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433 Sem sono... Talvez esteja escondido em um maço de flores ou em uma xícara de café quente que me espera pela manhã, Desta feita , o medo pode ter consumido a minha coragem que o tempo levou junto a vontade de ser feliz. Espantada colho meus últimos sonhos, a Europa me espera entre beijos e olhares esperançosos em uma conexão Italo-lusitana. A fusão é linda, nela existe esperança, ela que me agrada e me encoraja a olhar com fidelidade, delicadeza e carinho. E uma pergunta calada, a espera de resposta que voa sem a razão duvidar : Sim,olharei novamente!

Conchavos Do centro uma luz passa pelas frestas As paredes frias se confundem com o medo
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Conchavos Do centro uma luz passa pelas frestas As paredes frias se confundem com o medo Os arabescos do teto parecem zombar de quem passa E lá em cima pareço forte Sem corte Escuto passos sobre a madeira brava Ecoando como se xingassem os parados E o assoalho que parece marcar o passo Sem compasso Descem as escadas em passo largo E sucumbem-se em conchavos Como se amenizassem diretrizes É tempo de crise Histórias são lidas e assimiladas E como em parada Traça destinos em obediência militar Lá na frente paredes frias Grandes pilares em pernas fortes Como se carregassem toda estrutura E a transparência de grandes arcos Grandes momentos são lembrados Ousados pensamentos traçados E a pátria se torna um menino E tudo decidido Como segredo feminino. Lupaganini 2318

E quando passarmos por nossa terminalidade Teremos nosso caminho prosseguido
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E quando passarmos por nossa terminalidade Teremos nosso caminho prosseguido Ou estampado em relíquias estaremos Quem sabe triunfando seguiremos Teremos nos embriagado de vitórias Como nossos pais sonharam Ou estaremos a tecer sonhos Feito meninas Estaremos amarradas a amores conhecidos (ou desconhecidos quem sabe) Ao sonho de um beijo duradouro Aos arrebates de futuros de vários talvez Ou quem sabe na embriaguez de calouros Em pensamentos ganharemos indulto. Porque como insulto Não negaremos o passado Mas que o importante é o futuro Em pausa não viemos a passeio Mesmo que o turismo nos alegre Os prazeres nos fascine E a vida não se curve Somos mulheres Fazedoras Que a muito não nos assentamos (E quando acontece, ai que depressa levantamos) Mães Esposas Construtoras Escreventes Mistas nos afazeres Amigas Duras Amáveis Frágeis que diante de tantos diantes Nos amparamos quando o caminho é perdido, e nos procuramos e nos devolvemos ao rumo certo. Por nossos filhos Nossos companheiros Nossos vespeiro (Nossas teimosias que são cobertas de porquês intuitivos) Por tudo e todos Por nós mesmas. Que todos os dias sejam para nossa evolução. Lupaganini Dia internacional da mulher 08/03/18