Frase de Cidinha Almeida
Quando as vírgulas me fazem tropeçar, caio nos braços do ponto final, lamentando não chegar às reticências para continuar.
No pensador.ai desde
Quando as vírgulas me fazem tropeçar, caio nos braços do ponto final, lamentando não chegar às reticências para continuar.
No pensador.ai desde
E no silêncio que preencho minha alma de bons conselhos e sentimentos concretos.
Eu me sinto verdadeira até onde prevalece a verdade. Entre o amor e o ódio não existem metades, ou se ama ou se odeia, no mais e um tudo que não significa um nada.
Eu não sou a poesia, eu vivo a poesia, ela brota de algum lugar e preenche o meu vazio. Eu choro, eu sorrio, me armo e desarmo, eu dito e desdito o que por mim foi escrito. Me calo, eu grito, me sinto e me desminto, me entrego, me afasto, me faço e me desfaço.
Eu não sou a poesia, eu vivo a poesia, ela brota de algum lugar e preenche o meu vazio. Eu choro, eu sorrio, me armo e desarmo, eu dito e desdito o que por mim foi escrito. Me calo, eu grito, me sinto e me desminto, me entrego, me afasto, me faço e me desfaço. Assim vivemos eu e a poesia, nos amando, nos odiando, nos querendo e nos repudiando.
Tentei pisicografar sua alma Mas me faltou palavras Não posso dizer o que sinto
Tentei pisicografar sua alma Mas me faltou palavras Não posso dizer o que sinto Melhor e ficar calada.