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Frase de Twoany R

Poucas foram as lembranças que me restaram de ti. Poucas são também aquelas que me fazem sorrir. E muitos foram os machucados que tu me deixaste. Sei que todos dizem que o tempo leva e cura, mas até agora ele só tem-me trago mais lembranças ruins suas. Admito que por um tempo desejei demais te esquecer, mas que agora eu até gosto de chorar por você. Talvez seja porque a minha dor é o que me aproxima de ti, por mais longe que esteja e por mais que tenha me esquecido, é a minha dor que me traz de volta todas aquelas lembranças que joguei fora —, mas que na verdade nunca queria ter jogado. Esses dias têm doído demais. As suas lembranças tem me perseguido. Confesso, eu estou gostando de ser perseguida. Estou gostando de sempre ter um pedaço de ti no final do dia. Anseio por todos as finais de tarde, quando o sol se põe e a noite vem eu sei que ela não vem sozinha, sempre me traz um pedaço de ti. É coisa de louco! Coisa de gente maluca; gostar de sofrer… Gostar de chorar! Mas por muito tempo pensei estar carregado o amor dentro de mim, por muito tempo pensei saber o que é amar de verdade, mas na real eu só carregava uma rosa vermelha e atraente, porém cheia de espinhos. Eu carregava um amor falso dentro de mim, algo que só me machucava e que eu sempre desejava tirar. Mas agora eu sei, que quando é amor de verdade, por mais que nos machuque e nos faça chorar, não iremos querer nunca tira-lo dali. Pois é como eu já disse: é minha dor é uma parte de ti.

Twoany R

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Twoany R

Tu fazes isso de propósito. Eu sei… Somes porque sabe que a qualquer hora que voltar eu estarei aqui de braços abertos para te apertar e sussurrar no seu ouvido que senti saudades. Conheces-me e por isso me usa. Porque sabe que meu intelectual não funciona quando o assunto é am…
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Tu fazes isso de propósito. Eu sei… Somes porque sabe que a qualquer hora que voltar eu estarei aqui de braços abertos para te apertar e sussurrar no seu ouvido que senti saudades. Conheces-me e por isso me usa. Porque sabe que meu intelectual não funciona quando o assunto é amor; sabe que sou perdidamente apaixonada por tu e me doeria te recusar um retorno. Mas eu quero dizer que mudei Augusto. Eu mudei. E quando tu resolveres voltar será tarde demais. Não atenderei seus telefonemas, queimarei suas cartas e te enviarei as cinzas só para tu veres o quanto eu mudei. Mas cadê você Augusto? Cadê suas cartas em minha caixa de correios? Cadê suas ligações perdidas e seus e-mails não respondidos? Será que é tão orgulhoso ao ponto de nem ao menos tentar voltar? Não conhecia esse seu lado orgulhoso, frio, soberbo, ignóbil, e por isso não faço questão que voltes. Mas se voltares… Não ligo. Sua voz grossa, porém macia, não me traz mais paz, seu sorriso largo e alvo não me tira mais suspiros e seu cheiro não me deixa mais ébria. Eu não te amo mais Augusto. Não mesmo, nem um pouco. Mas eu queria saber: se não te amo por que é o teu nome que vejo quando viro a página do meu caderno? Por que é teu nome que rabisco nas capas dos livros de amor? Por que é em você que eu penso quando leio um texto clichê? É Augusto… Eu tenho que admitir: eu ainda amo você e, por mais que eu queira, não consigo te esquecer.

Nunca me diga “eu te amo” se a sua intenção não for me amar. Poupe suas palavras comigo. Não as diga se não forem verdadeiras e eu prometo que farei o mesmo. Não quero que nos tornemos aquele casal que perde tempo com mentiras, que discute quem ama mais, que se abraçam de cinco e…
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Nunca me diga “eu te amo” se a sua intenção não for me amar. Poupe suas palavras comigo. Não as diga se não forem verdadeiras e eu prometo que farei o mesmo. Não quero que nos tornemos aquele casal que perde tempo com mentiras, que discute quem ama mais, que se abraçam de cinco em cinco minutos e se fazem de fofos; que mentem para si mesmos a troco de nada. Que não sejamos assim. Não quero perde-te para uma mentira… Para um “eu te amo” que ainda não existe em nós. Porque, quem sabe, nós só nos gostamos… Pois amar é diferente. Tu sabes. O amor é muito diferente do que vivemos. O amor não acaba. Mas e a gente? Para onde essa nossa inconstância irá nos levar? Para o fim? O fim do nosso suposto amor. Suposto, sim. Porque o amor não é inconstante, então por que nós somos? É porque eu não te amo e nem tu me amas. Descobri isso. A gente só se gosta. Só se curte. Mas não nos amamos o bastante para ficarmos juntos; para sermos um! Nos gostamos, simplesmente. Cada um no seu lugar, com o seu gostar, com seus dias separados e etc. E com aquelas nossas perguntas monótonas de “como foi seu dia?”. O meu dia? O meu dia era para fazer parte de ti, assim como o teu era para fazer parte de mim, mas não é assim. Nós não nos amamos. Estamos separados e achamos que estamos juntos… Estamos distantes e não sentimos. Mas eu quero te amar. Quero pelo menos tentar, quem sabe, se você deixar. Eu quero saber que amor eu tenho para te dar. Mas só se tu deixares… Só se deixares eu te amar.

Pensei estar perto, mas na verdade estava muito longe. Foi quando vi dois metros se transformarem em duas milhas, e quanto mais perto estávamos mais longe parecíamos estar, e mais fria e gélida nossas almas ficavam. Nossas bocas não mais proferiam palavras bonitas e carinhosas; n…
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Pensei estar perto, mas na verdade estava muito longe. Foi quando vi dois metros se transformarem em duas milhas, e quanto mais perto estávamos mais longe parecíamos estar, e mais fria e gélida nossas almas ficavam. Nossas bocas não mais proferiam palavras bonitas e carinhosas; não mais existia “eu te amo” em nossos dicionários e o “estou com saudades” continha um significado diferente do real. Era dito da boca para fora, como se precisássemos agradar um ao outro com palavras. Coitados de nós… Tão bobos e tolos, mal sabíamos que as palavras não têm valor nenhum se comparadas às atitudes. Mas tenho que admitir: agora eu sinto sua falta; e embora minhas atitudes se contradizem com as minhas palavras, elas não se contradizem com os meus sentimentos. Sinto mais do que deveria e esperava sentir. Meu orgulho não consegue mais encobrir a sua falta em mim. É impressionante o poder que tens. Mesmo estando distante suas forças conseguem superar as minhas; mesmo não querendo você modificava meu dia inteiro… Mesmo não sabendo o teu “olá” torna-se o sol do meu dia escuro e sombrio. Mas o que posso fazer se tudo o que vem de ti é totalmente contraditório; se você é inverno e primavera ao mesmo tempo, se é dia e noite, se é amarga e doce… O que fazer com nossas vidas que deram um giro de cento e oitenta graus? Continuar onde estou não me parece uma péssima escolha, na verdade é a melhor delas. Porque às vezes você parece como uma rosa, linda e com um perfume encantador, mas eu sei que de uma rosa só lhe sobraram os espinhos e quem sabe uma pétala oca e murcha; sem vida… Tu não és mais primavera, não preservaste suas pétalas. Tu és inverno, frio e maçante, e eu preciso do verão. Preciso de um “olá” quente aquecendo meu coração, e se o seu “olá” não quiser mais ser meu sol, eu não me importarei. Procurarei outros “oláres” em outros bares, ou quem sabe, em outros bosques… Porque você sabe: eu preciso de outra rosa, pois a sua já perdeu as pétalas.