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Frase de PêCê D'Umont

Desamarrem meus punhos, que fale minha boca, que grite, cante, exponha, exploda... soltem minha liberdade, a deixe solta, esse é meu manifesto de rua Seu Internaurta, ouça com seu alter-ego interior, leia e se acostuma. Escreverei pelas linhas, mesmo tortas que não crio calo, e minha boca não calo. Quem interpreta o que eu digo, também grito, exponho, explodo, não cale. manifeste!

PêCê D'Umont

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Diga-me quantas correntezas terei que ver para que eu seja outro, ou para que o mundo não seja mais o mesmo? Ou que pelo menos os rios estejam limpos... Se eu for banhar, que eu não espelhe o ego, se eu mergulhar, que eu não afogue o ar. Revoltados ordenamos que respeitem nossa…
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Diga-me quantas correntezas terei que ver para que eu seja outro, ou para que o mundo não seja mais o mesmo? Ou que pelo menos os rios estejam limpos... Se eu for banhar, que eu não espelhe o ego, se eu mergulhar, que eu não afogue o ar. Revoltados ordenamos que respeitem nossa terra, pois não cansaremos de lutar. A natureza nos abraça, se á ela não decaptar.