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Frase de Gabrielle Torok

Senhor, lembrei-me de momentos dolorosos, por amizades e também por amor. Quando eu achava que tudo havia acabado pra mim, Tu aparecias, e mesmo sem estar visível, eu via como era presente a Tua presença. Tua mão, Teu toque, são tão reais, e Tua voz, tão audível. Com a mão, me seguraste, e com a voz, me acalentaste, dizendo: “Filha, Eu estou aqui, e vou te ajudar.” Mas admito, a dor era tão grande que eu mal Te escutava. Minha alma gritava, e mesmo com meu corpo querendo reagir, Tu me seguraste. Mais uma vez, Tua mão me amparou e me impediu daquilo que só o Senhor sabe. Tu me enxergaste no meu pior momento e ainda assim me amas. Não tem como não questionar o porquê simplesmente: por quê? “Por quê?” - dizes: “Ah, se tu soubesses como te vejo…” Queria ver-me como Tu me vês, porque tudo o que eu vejo é escória. Mas Tu, me tratas como uma pedra preciosa. Por isso, sei não importa o quanto eu entregue minha vida a Ti nunca serei merecedora de tamanho amor de tanto cuidado e de Ti nunca serei merecedora, meu Deus. E no fim, Tu entregas a mim o Teu amor e a Tua confiança. Como podes ser tão bom tão bom assim pra mim? Por: Gabrielle Torok

Gabrielle Torok

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Pensador.com

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Outras frases de Gabrielle Torok

Quem não muda, desconfia de quem mudou. pessoas usam o passado dos outros como lente rápida porque dá menos trabalho do que reconhecer a mudança real... Quem te conheceu antes tende a congelar sua imagem, mas isso não te define em nada, segue em frente. Quem não quer enxergar qu…
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Quem não muda, desconfia de quem mudou. pessoas usam o passado dos outros como lente rápida porque dá menos trabalho do que reconhecer a mudança real... Quem te conheceu antes tende a congelar sua imagem, mas isso não te define em nada, segue em frente. Quem não quer enxergar quem você é agora, não merece ter essa sua versão, não faz parte da sua caminhada!

A herança crua de um toque que corta sem lâmina, instala seu frio nas dobras da alma e chama isso de casa. Amor sem nome, aprendido no avesso. Ardor confundido com abrigo,
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A herança crua de um toque que corta sem lâmina, instala seu frio nas dobras da alma e chama isso de casa. Amor sem nome, aprendido no avesso. Ardor confundido com abrigo, pressão travestida de cuidado, silêncio pesado chamado de paz. E então derrama, em gotas quase invisíveis, aquela mesma ferrugem que um dia bebeu. Inteiros são partidos em estilhaços mansos, feridas plantadas como quem oferece flores tortas, e quem recebe nem sempre entende, só sente o desalinho. Mas pra quem carrega, é lógica, é caminho, é o único idioma que respira. Até que um instante rasga o véu do costume, um espelho sem anestesia, um cansaço que grita baixo. E vê. Não era amor, era eco. Não era cuidado era defesa com gosto antigo. E no susto da lucidez, começa o desvio do próprio rastro: mão contida antes do corte, palavra filtrada antes da queda, impulso domado na beira do abismo cotidiano. Troca-se a migalha densa do caos por gestos ainda frágeis de inteireza. E onde antes rastejava a repetição cega, ergue-se, hesitante, um novo jeito de existir que não fere pra sentir.