Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
LEVA Cevando se me vai de traço em traço O fado, que a mor emoção vai sendo O sentimento em ensaio despendo Té que a sorte me dê bem remanso Amando, quando posso, eu romanço Sempre na busca, assim, pretendo Tê-lo, enfim, um fomento tremendo Onde os abraços tenham descanso Vendo-me, pois, portanto, carente Metido nas agruras desses enleios Eremítico.... me entrego à ventura Ah! quando a dita me faz contente De novo o coração em bons meios Se dispõe: .... com leva de ternura! © Luciano Spagnol – poeta do cerrado 03/10/2020, 21’57” – Triângulo Mineiro
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
No pensador.ai desde