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Frase de Anjo de Galochas

Despedida Eu sou um de muitos que já passaram, e que ainda vão passar por esta terra, Deixando pra trás um rastro de existência. Um louco tentando escapar do absurdo coletivo. Mais um medíocre aos olhos da humanidade. Caminho sem rumo, sem direção a procura de uma ilusão, ao qual eu possa, Chamar de amor. Assim vou vivendo, queimando pouco a pouco, os sonhos que ainda me restam. Digerindo a falsidade que me rodeia, rindo sozinho da demência humana. Meus amigos são poucos, minhas conquistas menos ainda. Mas minha coragem ainda triunfa, escondida na minha misericórdia. E o corte da minha espada ainda se faz presente, dilacerando a altivez de quem ousar atravancar o meu caminho. Vou-me assim vivendo, apenas com a pureza de um recém nascido. Comprarei uma casa na montanha, distante de tudo e de todos. Onde quem sabe em uma tarde fria de inverno ver-te-ei meu rosto refletido. Em uma pequena poça de água formada pelas lagrimas que chorarei pela manha, Ela me mostrara todos os anos que já se foram embora, darei meu ultimo suspiro, e um sorriso simples cansado pelo tempo, um estrondo ira cortar o silêncio quase angelical. Logo após depois de uma imensa espera, finalmente irei acordar do sonho da vida.

Anjo de Galochas

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Degusta-me como o vinho de cada manha. Navega em minha essência como navega o pirata que desbrava os mares e o oceanos noite após noite sem ter medo das tempestades, como o vinho deixa-me tocar tua aveludada pele, sentir o estalar da sua língua ao provar meu sabor, e assim embria…
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Degusta-me como o vinho de cada manha. Navega em minha essência como navega o pirata que desbrava os mares e o oceanos noite após noite sem ter medo das tempestades, como o vinho deixa-me tocar tua aveludada pele, sentir o estalar da sua língua ao provar meu sabor, e assim embriagar-te na mais profunda volúpia fazendo-te esquecer que sóis, mero mortal e viveste na grande esfera errante chamada planeta Terra, como o vinho, me possua em um só gole, te darei prazer, uma dose de medo, despertarei inebriantes emoções táteis, uma lagrima talvez, e acima de tudo como o vinho, apagarei teu passado, colorir-me-ei teu presente, me tornando apenas uma extensão do teu próprio querer...

Quando a morte gélida e faceira vier buscar minha alma, deixarei que a leve, pois dos desejos todos nunca os vivi, das angústias pouco me importei, dos amores, ainda espero um sim que nunca ecoou pelo tilintar do telefone, que por sua vez também nunca tocou e nem há de tocar, da…
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Quando a morte gélida e faceira vier buscar minha alma, deixarei que a leve, pois dos desejos todos nunca os vivi, das angústias pouco me importei, dos amores, ainda espero um sim que nunca ecoou pelo tilintar do telefone, que por sua vez também nunca tocou e nem há de tocar, da metafísica da vida nada sei, não nasci para ser um bom professor, mas também não sei ser um bom aluno, quando a morte vier buscar-me a alma, diga a ela Que nunca existi.