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Frase de Alinny de Mello

O Mito dos "Pais Gente Boa" Alinny de Mello Aproveito este momento de pausa analítica para reforçar o convite: não deixem de visitar a minha página no Pinterest, onde organizo as edições dos meus e-books e centralizo as discussões sobre os padrões ocultos das relações humanas. Acompanhem os lançamentos semanalmente para mantermos este canal de lucidez e questionamento sempre ativo. Uma das maiores ironias da convivência em sociedade é a facilidade com que as aparências conseguem silenciar os fatos. O julgamento público é, por definição, superficial; ele se alimenta do espetáculo, da cordialidade de fachada e do verniz social que os piores tiranos domésticos costumam manejar com maestria cirúrgica. Nada ilustra melhor essa miopia coletiva do que o comentário displicente dos de fora: *“Nossa, os pais de vocês são gente boa demais.”* Essa frase, proferida por vizinhos, conhecidos ou parentes distantes, funciona como um tapa duplo na cara de quem sobreviveu ao inferno. Primeiro, porque revela a total incapacidade do observador casual de enxergar além do óbvio. Segundo, porque expõe a genialidade perversa do opressor, que sabe perfeitamente quando guardar o chicote e o facão para vestir a máscara da simpatia, da simplicidade ou da conveniência comunitária na calçada. Para o mundo, o monstro é um homem trabalhador, um vizinho pacato, um acumulador exótico ou apenas um idoso pitoresco. A cúmplice é vista como uma senhora sofrida, uma mãe de família dedicada, alguém de fala mansa. O que a sociedade se recusa a entender é que o sadismo raramente se exibe em praça pública. Ele necessita das paredes de casa, do isolamento e do silêncio das testemunhas para operar em sua potência máxima. Quem vê o aperto de mão caloroso no portão não imagina o crânio vibrando com o impacto da lapada na madrugada. Quem elogia a "simplicidade" daquela dinâmica familiar não faz a menor ideia da terra cavada na sala para servir de pira funerária, nem do sal jogado na carne crua de uma criança de oito anos sob o pretexto de cura. Essa desconexão entre a percepção externa e a realidade factual produz um tipo muito específico de isolamento para as vítimas. Ouvir que os seus torturadores são "gente boa" é uma tentativa involuntária do mundo de invalidar o seu sofrimento, como se a dor experimentada fosse um delírio, um exagero ou um desrespeito à sagrada instituição da paternidade. A sociedade tem um medo quase patológico de admitir que existem pais que odeiam, que destroem e que usam os filhos como laboratório de suas próprias frustrações e loucuras. É mais confortável para o senso comum acreditar na bondade ensaiada do agressor do que encarar o abismo da perversidade familiar. No entanto, a validação da nossa história não depende do diagnóstico de quem olha de fora. O tribunal dos vizinhos é irrelevante diante da crônica irrefutável das cicatrizes. Deixar que as pessoas elogiem a fachada sem se dar ao trabalho de corrigi-las é, também, uma forma de distanciamento cínico e saudável. Eles que fiquem com o teatro; nós ficamos com a liberdade de saber exatamente quem são os atores quando as cortinas se fecham e as luzes se apagam. Os dois, afinal, encontraram o público que merecem para a peça que decidiram encenar. Como o julgamento alheio consegue ser tão facilmente manipulado por uma encenação de bondade? Até que ponto a necessidade da sociedade de acreditar na pureza dos pais a torna cega e conivente com a barbárie que acontece do outro lado da parede? É, ISSO QUE SEMPRE OUVIMOS DAS PESSOAS: 'SEUS PAIS SÃO GENTE BOA...'

Alinny de Mello

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Eu amei. Eu amo, e por milênios ainda vou amar...
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A religião ensina tudo errado. Deus não se vinga de nenhum dos seus filhos pelo outro! Se fosse assim, teria vingado a morte de Abel e matado Caim! Ele ama todos por igual, e jamais faria maldade à nenhum, por mais coração de pedra que tenha. Porém, o livre árbitrio é o mal do mundo! Em todos nós, existe o bem e o mal. O que mais alimentar, esse reinará!! Deus quer sempre nos ver bem. Sempre.

Ontem sonhei que estava em um tipo de abrigo, junto com várias outras pessoas que também precisavam de cuidados. Havia uma indiana chamada Lininus; ela era muito alegre e feliz, e estava com uma criança. Ela me dizia “Deus te abençoe” e me deu um abraço forte. Eu disse a ela que,…
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Ontem sonhei que estava em um tipo de abrigo, junto com várias outras pessoas que também precisavam de cuidados. Havia uma indiana chamada Lininus; ela era muito alegre e feliz, e estava com uma criança. Ela me dizia “Deus te abençoe” e me deu um abraço forte. Eu disse a ela que, se conseguisse algo material na vida, iria procurá-la para ajudar no que fosse possível. Ela riu. Depois, apareceu um rapaz negro. Ele sorriu para mim e orou por mim, segurando o topo da minha cabeça com a mão direita e os olhos fechados. Eu também fechei os meus. Ao final, ele me desejou boa sorte e deu um leve beijo na ponta do meu ombro esquerdo. Em seguida, havia uma menina que conheço. Ela estava diferente da vida real: tinha cortado o cabelo em chanel curto e estava muito, muito feliz ao contar um sonho que teve comigo, para mim e para quem quisesse ouvir. Ela começou dizendo: “Era uma linda flor, e apareceu o espírito…”. Ela gesticulava e ria. Eu vi várias outras pessoas conhecidas ali, naquele lugar. No sonho, eu estava voltando para minha casa após dois meses me recuperando de uma cirurgia. O curioso é que, na vida real, estou na casa da minha sogra, me recuperando de uma cirurgia de três hérnias, uma umbilical e duas inguinais. Hoje, 18 de abril de 2026, faz 1 mês e 13 dias da minha segunda cirurgia. Nesse sonho, acredito que eram guias espirituais zelando por mim, em forma de pessoas que conheço. Eu estava muito feliz e disse a todos que os ajudaria de alguma forma, algum dia na vida. No final, nem deu para ouvir o restante do sonho da Alessandra, porque meu marido entrou no quarto e eu acabei despertando.