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Frase de Letícia da Silva

Uma vida Andou por entre os carros Correu por entre os pássaros Caiu rente ao cordão Partiu um coração. Subiu a escada do céu No céu não viu uma harpa Da noiva ergueu o véu Pediu-a que nunca parta. Chorou a partida da esposa Orou para um gigante Salvou uma mariposa Quebrou o retrato da estante. Perdeu todo o dinheiro Por não ter manga para o Ás Deixou de ser passageiro Fez guerra para ter paz. Cantou o hino nacional Elegeu-se rei de uma terra Pulou mais um carnaval Indagou que nunca erra. Errou e foi exilado De toda e qualquer pequena Chorou e foi maltratado De si começou a ter pena. Liberto passou a odiar O gigante e seus descendentes Viveu apenas para espalhar. A descrença para os crentes. Morreu e foi enterrado Numa terra em algum lugar Da história foi ignorado.

Letícia da Silva

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Um milhão de pessoas vagam, formigas buscando uma direção segura, aquela em que as chuvas torrenciais não ás afetará,
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Um milhão de pessoas vagam, formigas buscando uma direção segura, aquela em que as chuvas torrenciais não ás afetará, aquela que fará com que cheguem a algum lugar. Mas na verdade as formigas andarão em círculos, numa direção não tão segura. Os predadores às perseguirão e quando menos esperarem elas serão capturadas, pela rotina, pela persuasão, pela imprecisão e, pelas pessoas.

Não sei porque, nem por razão "Insisto em te dizer que estou aí não sei porque, nem por razão
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Não sei porque, nem por razão "Insisto em te dizer que estou aí não sei porque, nem por razão nem vou sair uma penetra, que usurpou da confidência não entenda mal, não foi um ato de inocência se não quiser, que eu vier, é só gritar é só clamar vou me infiltrar no teu recinto, sucinto sinto por tudo que causei antes de vir talvez agora eu aprendi a te gostar sei que a chance que me deu está logo ali foi um poeta que contou e eu ouvi." são só palavras mas são minhas evidências de que um dia, eu zarpei atrás de ti no mesmo mar em que deixou as tuas pistas não ancorou e me deixou sem te sentir salgada e triste, amargurada, abandonada sem ter porque, nem por razão, amedrontar sinto que um dia, navegando minha jangada eu vou te ver a deportar tua morada. e me tornar mais uma vez, a tua amada.