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Frase de Maria Luiza Barros Grochvicz

Fé de Aparências É impressionante como algumas pessoas conseguem vestir uma personalidade diferente dependendo de quem está diante delas. Quando estão entre os irmãos da igreja, são palavras doces, abraços, sorrisos, “Deus abençoe” e discursos sobre amor, respeito e união; mas basta sair daquele ambiente e a máscara cai. A gentileza desaparece, o julgamento aparece e aquilo que pregavam como amor se transforma em desprezo por quem pensa, vive ou acredita de maneira diferente. São bons apenas para os seus, acolhem apenas os que consideram dignos de pertencer e chamam isso de fé. Tratam os seus como irmãos, mas os diferentes como estranhos; oferecem a mão para quem compartilha da mesma crença, mas parecem esquecer toda a bondade quando encontram alguém que não cabe dentro dos limites que criaram. Talvez o problema nunca tenha sido a falta de religião, mas o excesso de aparência: porque é fácil falar de Cristo diante de quem aplaude, difícil é praticar aquilo que Ele ensinou quando ninguém está olhando. No fim, não é a roupa de domingo, o louvor ou as palavras bonitas que revelam o caráter de alguém, mas a maneira como essa pessoa trata aqueles de quem não precisa da aprovação.

Maria Luiza Barros Grochvicz

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Seria Saudade ?.... Se você não está, o mundo continua.
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Seria Saudade ?.... Se você não está, o mundo continua. As ruas permanecem cheias, o relógio continua correndo, as pessoas continuam sorrindo. Mas alguma coisa perdeu o lugar. Porque existem ausências que não fazem barulho. Elas apenas mudam o peso do silêncio. Se você não está, eu ainda procuro seu rosto entre desconhecidos, como se o acaso pudesse devolver aquilo que o tempo levou. E talvez seja isso que mais dói: não sentir sua falta a cada segundo, mas encontrar você em coisas pequenas. Em uma música. Em uma tarde. Em uma frase qualquer. Naquele lugar onde você costumava estar. Se você não está, eu aprendo a continuar. Mas continuar não significa esquecer. Algumas pessoas vão embora da nossa vida e permanecem em alguma parte dela. E eu sigo. Com a saudade escondida entre os dias, com seu nome guardado onde ninguém consegue alcançar. Talvez um dia eu acorde e não procure mais por você. Talvez a ausência deixe de parecer ausência. Mas hoje, se você não está, eu ainda sinto que falta alguma coisa no mundo. E talvez essa coisa seja simplesmente você.

Experiência Eu não nasci em palavras, nasci em silêncio.
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Experiência Eu não nasci em palavras, nasci em silêncio. Primeiro, uma nota. Pequena, quase tímida, como quem ainda não sabe se deve ficar. Então outra responde. E, de repente, há uma história inteira crescendo dentro do peito. Eu fui aquilo que passou, aquilo que doeu, aquilo que quase ficou, mas escolheu partir. Fui o medo antes do salto, a lágrima antes de cair, o último olhar antes de seguir. E quanto mais eu caminho, mais alto eu me torno. Não porque a dor desapareceu, mas porque aprendi a carregá-la sem me curvar. As notas correm, como memórias sem destino. Sobem. Insistem. Transbordam. E quando parecem chegar ao fim, eu descubro que era apenas o começo de outra coisa. Talvez viver seja isso: perder algumas versões de nós para encontrar outras no caminho. E talvez a música diga aquilo que eu nunca soube dizer: eu estive aqui. eu senti tudo. eu sobrevivi ao que me mudou. e ainda estou caminhando. Então as notas diminuem. O silêncio volta. Mas agora eu sei: o silêncio nunca foi vazio. Era apenas a parte da história que ainda não tinha aprendido a cantar.