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Frase de Beto Biernath

Sou constituído por minhas vivências e experiências; alguma boas, várias ruins; faço dos meus dias um processo de evolução, mas com profundas marcas do passado; a lamúria faz parte do meu ser, e com ela devo aprender, viver; se olho pra trás, vejo uma grande e flamejante dose de alegria; se olho para a frente, vejo a incerteza que toma conta do meu pensar, porém, acho que não devo temer! Não me entrego ao padrão de comportamento ideal, pois não quero me esconder; amanhã será um novo dia e novos pensamentos surgirão ao alvorecer... Talvez meu pensar poderá se diferenciar, mas sempre em evolução.

Beto Biernath

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Beto Biernath

A montanha está aí, bem à frente! Quem tem coragem de escalá-la? O caminho inicial é longo e sinuoso, exige a mais difícil das etapas: a aceitação em esquecer tudo que se tem e que conquistou até aqui. Aceito o desafio, é preciso cegar-se ao passado. Serão dias e noites ao relent…
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A montanha está aí, bem à frente! Quem tem coragem de escalá-la? O caminho inicial é longo e sinuoso, exige a mais difícil das etapas: a aceitação em esquecer tudo que se tem e que conquistou até aqui. Aceito o desafio, é preciso cegar-se ao passado. Serão dias e noites ao relento obscuro da solidão; não há ninguém para conversar sobre as descobertas nessa trajetória, tudo o que se ouve são vozes vinda do longe, que ridicularizam a subida; é bom acostumar-se à críticas destrutivas! Olhar para cima mostra alguns que a aceitaram o desafio e dão dicas valiosíssimas, mas o seu caminho é de responsabilidade sua! Há momentos em que é preciso entender que você nada sabe e ninguém é, pois tudo aqui é novo e depende da aceitação que você não teria se ainda fosse o mesmo do início da subida. As tortuosas trilhas tornam-se cada vez mais presentes, testando ao máximo sua humanidade - insanidade, eu diria. Liberdade não faz parte da subida, tampouco ajuda. Pés descalços, mãos calejadas e pele esfolada testam sua resistência. É preciso esquecer os cinco sentidos e deixar-se levar pelo sexto, pois os atalhos estão dentro de si mesmo; ensinamentos desabrocham o que você já sabia, tudo está intrínseco ao interdiscurso presente em sua mente. Por vezes, não conseguirás sair do lugar e lhe parecerá ser plausível voltar, mas é aí que você descobrirá o que tem em si. Desafio aceito? Vende os olhos, tape os ouvidos, abdique do seu paladar, esqueça o tato e rompa com seu olfato.

Ensejos na escuridão da noite Que contrastam com a solidão frente às luzes artificiais das máquinas Que se opõe à popularidade virtual
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Ensejos na escuridão da noite Que contrastam com a solidão frente às luzes artificiais das máquinas Que se opõe à popularidade virtual Mas que tomam conta de seu ser Tudo o que vê são vultos e sombras Que lhe despertam sentimentos de penumbra Que lhe remetem ainda mais solidão Mas que lhe fazem discernir a realidade O silêncio natural esforça-se, mas inexiste É quebrado por ruídos de teclados e alto-falantes Diferencia-se dos empolgados sorrisos desconexos de alguns Mas escondem suas fraquezas e tristezas Segue assim a noite Segue assim a vida Soa como um encontro com a superficialidade E das virtudes uma despedida

Talvez arrancar um sorriso sincero do outro não seja uma boa, pois parece ser melhor arrancar uma risada por uma piada; talvez abrir o coração e mostrar quem você realmente é não seja uma boa, pois parece ser melhor vestir uma máscara que o enquadre como um sujeito normal; talvez…
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Talvez arrancar um sorriso sincero do outro não seja uma boa, pois parece ser melhor arrancar uma risada por uma piada; talvez abrir o coração e mostrar quem você realmente é não seja uma boa, pois parece ser melhor vestir uma máscara que o enquadre como um sujeito normal; talvez expor todas as suas crenças e ideologias não seja uma boa, pois parece ser melhor aparentar ser só "mais um" comum; talvez mostrar seu verdadeiro 'eu' interior não seja uma boa, pois parece ser melhor prender-se no superficial que atinge, seduz e conquista. Talvez eu é que não goste, não sou ou não prefira as coisas certas, e aí eu é que devo rever meu próprio ser, mas tudo no talvez...

E essa modernidade tecnológica tão presente em nossas vidas, em nosso cotidiano? Ela que 'substitui' a companhia da pessoa quando ligada na tomada; ela que representa alguém presente no quarto quando viramos para o lado à noite e estamos com a televisão ligada; ela que influi em…
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E essa modernidade tecnológica tão presente em nossas vidas, em nosso cotidiano? Ela que 'substitui' a companhia da pessoa quando ligada na tomada; ela que representa alguém presente no quarto quando viramos para o lado à noite e estamos com a televisão ligada; ela que influi em nossas vontades e desejos através de 'novas notificações'; ela que transmite som, ilumina, entretém, distrai a hora e o momento que quisermos, mas não substitui a ternura que sentimos ao receber um abraço, ao afeto presente em sentirmos a presença de uma pessoa real por perto; ela que, a cada dia mais, toma controle das nossas vidas, mas não preenche o vazio de afagos que o ser humano sente; ela que nos deseja boa noite todos os dias, mas sem um beijo; ela que traduz sentimentos em bytes, palavras brotadas do coração em textos formados com certa apreensão... Digo isto como um refém da tecnologia que sou, mas não fechado totalmente à ela, e sim buscando uma trilha que me afaste da selva tecnológica que engole cada vez mais humanos.