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Frase de Fábio Silva

⁠Tenho um ponto de vista que talvez tenderá para o subjetivo... mas... o que seria da Senhora filosofia, se não pudéssemos divagar em nossa subjetividade? O sábio Salomão havia dito que "quem se isola, insurge-se contra a própria sabedoria". Mas analisemos o que eu penso e vejamos se há coerência em meu pensamento. Arthur Schopenhauer sem dúvidas fora uma dos maiores filósofos de todos os tempos... Seu "aforismos para a sabedoria de vida" tem como escopo principal da eudemonologia, a solidão! O ócio! Não o improdutivo mas o INTELECTIVO! Aquele em que o sábio, deleita-se ou compraz-se em sua própria solidão, para melhor aproveitamento ou cultivo reflexivo do intelecto. Aquela onde o sábio pode fruir do tempo presente, achando um ótimo e prazeroso divertimento com o saber que descobre por si mesmo. E aqui está o cerne do pensamento schopenhaueriano. Aqui concordo com ele. Aliás para o gênio desse ínclito filósofo, seria difícil mesmo achar companhias que fossem compatíveis ao seu nível de intelectualidade. Pois tinha uma mente prodigiosa. Eis aí um dos motivos que o fizeram viver isolado. Um sábio desse, quando deixa de se isolar, é para ENSINAR! E aqui abro o início do discurso de minha subjetividade quanto a Aristóteles e Salomão - que parece fazer coro com ele. Quando Salomão diz que o sábio se opõe á sabedoria quando se isola, creio que é no sentido de se viver com tanta sabedoria e morrer sem transmiti-la. Aqui está o propósito da solidão! - Angariar conhecimentos sólidos e transmiti-los. Como mostra o filme LUCY. Ou se o homem ao qual Salomão se refere não for o sábio mas sim o pretendente á sabedoria, certamente deverá iniciar seus passos com mestres, portanto, com "pessoas". Quanto ao sábio: Qual finalidade de se ter conhecimento e passar a vida toda isolado, sem poder de alguma forma, transmiti-lo? Schopenhauer fora um profundo admirador de Aristóteles. Chegando até a dar a entender que era um peripatético. Mas um contexto apurado não o colocará sendo seu opositor. Aliás ele se baseia, como disse acima, em Aristóteles, para alicerçar seu conceito eudemonológico, dividindo seus aforismos em três partes essenciais á arte de ser feliz... 15.09.2017 às 14h02

Fábio Silva

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Pensador.com

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⁠Do discurso do orador. Existem obras escritas cujo conteúdo, assemelha-se muito a um discurso de um polido orador. O livro representa o orador. O conteúdo escrito, representa seu discurso. E o leitor, a plateia a quem se dirige o discurso. É com acertado brilhantismo que disse o Poeta: "a minha língua é como a pena de um habilidoso escritor". 🦉

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⁠A Matemática e a Física, são, digamos, ramos teóricos reconhecidamente Científicos e extremamente racionais, sem os quais, seria impossível estudar as leis Astronômicas que regem o Universo. Portanto, os estudos desse fenomenal efeito - a Natureza -, só são possíveis através do uso estrênuo da razão. Todavia, se por detrás de todo esse extraordinário fenômeno natural e assombrosamente organizado, não houve uma Razão na coordenação de tudo, como que se deverá fazer uso da inteligência para estudar efeitos de uma causa meramente irracional, cega, aleatória e espontânea? Se a causa fosse irracional, não haveria a necessidade de se fazer uso da devida inteligência, para se estudar seus efeitos. Em outras palavras: tentar fazer crer que não houve nenhuma Grande e fantástica Inteligência como causa de TUDO, cujos efeitos de tal CAUSA, necessariamente, precisam do uso estrênuo da razão, é, no mínimo, uma perfeita PIADA!!! 🦉