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Frase de MIGUEL M. ABRAHÃO na obra O BIZANTINO

Não sonho em lecionar para sujeitos que se comportam como alunos! Estes, como o próprio vocábulo apregoa, são pobres infelizes “sem luz” e que podem, para o bem ou para o mal, ser dirigidos por “iluminados” tirânicos. Sonho sim em ter, sob minha responsabilidade, estudantes, que, - oh, redundância absoluta! -, estudam e compreendem o mundo por si próprio.

MIGUEL M. ABRAHÃO na obra O BIZANTINO

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Não tenho a menor ambição de tornar-me um educador: não pretendo, como um déspota, "conduzir ou guiar" ninguém e muito menos limitar caminhos de quem tem imaginação tão promissora. Pretendo, antes, ser um PROFESSOR: o indivíduo que professa algo, que alimenta o espírito crítico c…
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Não tenho a menor ambição de tornar-me um educador: não pretendo, como um déspota, "conduzir ou guiar" ninguém e muito menos limitar caminhos de quem tem imaginação tão promissora. Pretendo, antes, ser um PROFESSOR: o indivíduo que professa algo, que alimenta o espírito crítico com seu conhecimento, permitindo ao semelhante um encontro com sua liberdade e identidade única!

Quão insignificante é o ser humano, acostumado a julgar-se o centro das atenções! E quão ingênuo podemos ser em nossa arrogância de SER! Afastamo-nos daqueles que nos criticam e cobram regras, mas amamos e nos aconchegamos naqueles que nos aprovam em tudo, sem perguntas, sem recr…
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Quão insignificante é o ser humano, acostumado a julgar-se o centro das atenções! E quão ingênuo podemos ser em nossa arrogância de SER! Afastamo-nos daqueles que nos criticam e cobram regras, mas amamos e nos aconchegamos naqueles que nos aprovam em tudo, sem perguntas, sem recriminações. Então, duplamente ingênuos o somos! Não percebemos que os críticos são aqueles que, verdadeiramente, se importam conosco; já os bajuladores são répteis que nos usam, enquanto nós servirmos aos escusos propósitos que eles alimentam...