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Frase de Dvinicius

Stefany meu amor Stefany, tua boca é crime que me vicia, Teu corpo é mapa, me guia e me inicia. Você me olha e o juízo desafia, Me chama e eu vou, sem freio, sem trégua, sem dia. Teu beijo é chama que arde e alumia, Teu toque é verso que o peito arrepia. Se for pra ficar, que seja ousadia: Te quero inteira, sem pausa, sem trégua, pura poesia. Sou teu sem medo, sem rédea, sem guia. Se for pecado, que seja alegria. Stefany, vem cá, que hoje o mundo se arrepia: Só nós dois, fogo, amor e fantasia. Daniel Vinicius de Moraes

Dvinicius

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Pensador.com

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Outras frases de Dvinicius

Andressa, meu amor, minha doce princesa, Teus olhos brilham como estrelas na noite, Teu sorriso, um sol que em meu coração acende,
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Andressa, meu amor, minha doce princesa, Teus olhos brilham como estrelas na noite, Teu sorriso, um sol que em meu coração acende, Cada instante contigo é um novo deleite. Teus cabelos ruivos, como fogo que arde, Em cada fio, a paixão que me envolve, Teu jeito suave, tua força encantada, Fazem meu mundo girar, meu amor se resolve. Nos teus braços, encontrei meu lar, Teu riso é a música que sempre quero ouvir, Em cada toque, um universo a explorar, Andressa, contigo, aprendi a sorrir. Prometo te amar, na alegria e na dor, Ser teu abrigo, teu porto seguro, E juntos, escreveremos nossa história de amor, Minha ruiva, minha vida, és meu futuro. Daniel Vinicius de Moraes

O Refúgio do Serginho Na varanda da vida, o tempo resolve parar, Lá na casa do Serginho, onde a gente vai se encontrar.
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O Refúgio do Serginho Na varanda da vida, o tempo resolve parar, Lá na casa do Serginho, onde a gente vai se encontrar. O portão se abre e o riso já vem de brinde, Numa alegria sincera, dessas que nunca finda. A Lili traz o brilho, a doçura no olhar, Fazendo qualquer conversa logo se iluminar. O Ferrão, com seu jeito, completa a parceria, Transformando o momento em pura energia. E eu, o Daniel, sigo aqui celebrando, Cada história contada, cada brinde brindando. Entre um café, um abraço e uma boa piada, A gente descobre que a vida é essa estrada... Feita de gente que a gente escolhe pra amar, E de um canto no mundo pra sempre retornar. Valeu, Serginho, por ser nosso anfitrião, Nesse pedaço de céu que cabe no coração. Daniel Vinicius de Moraes

Herança em Todo Canto No quilombo antigo ou na quitanda, A força da vida é o axé que manda.
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Herança em Todo Canto No quilombo antigo ou na quitanda, A força da vida é o axé que manda. Com fubá, canjica e óleo de dendê, O sabor do quitute faz o dia acender. Seja a moqueca cheia de tempero, Ou a conversa boa no chão brasileiro. Ganha o prato um pedaço de jabá, E um doce de quindim para celebrar. Um brinde de cachaça pra afastar o borocoxô, Onde até o banguela sorri com valor. A muvuca se junta ao som do banjo na mão, Com berimbau e cuíca marcando o compasso no chão. Tem ginga no corpo, tem roda de samba, Vestindo o abadá com a gente que é bamba. O vento sopra forte na canga estendida, Enquanto a muamba anima a avenida. Do tempo da senzala à força da história, Ficou no cotidiano a luz da memória. Não deixa o trabalho ir para o beleléu, Leva o barro na caçamba olhando pro céu. No descanso da tarde, fumaça do cachimbo a subir, Um dengo sincero pra gente sentir. Pede um cafuné antes do dia fechar, Pois a nossa linguagem nasceu pra cantar.

Cidade em Suspenso A cidade acende e me apaga No reflexo frio dos semáforos
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Cidade em Suspenso A cidade acende e me apaga No reflexo frio dos semáforos Cada janela parece uma pergunta Cada esquina, um rascunho do que sou Eu caminho entre ruínas discretas De promessas, vitrines e sinais O concreto me ensina a dúvida E a dúvida me ensina a ir além Quem desenha o mapa da pressa? Quem decide o valor do silêncio? Se o futuro mora no relógio Por que eu sempre vivo no intervalo? Tem uma fome antiga no asfalto E um eco que não sabe se responde Eu carrego a noite no bolso Como quem guarda o que não se esconde O que é chegar, afinal, Se toda chegada já vira partida? O que é ser inteiro na cidade Que nos pede versões resumidas? Se eu me perco, é por lucidez Se eu me calo, é pra ouvir melhor No meio da fumaça e do ruído Ainda existe um nome para o sol E eu sigo, porque seguir também é verbo Porque parar parece uma forma de cair Porque talvez a verdade more No movimento de não se definir Daniel Vinicius de Moraes