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Frase de Matheus Henrique de campos

⁠A estação (Verso 1) Numa estação deserta, onde trilhos ecoam silêncio, Entre sombras e destroços, há um mistério em evidência. Passageiros estranhos, fantasmas do passado, Em um trem fantasma, a jornada é entrelaçada. (Refrão) Bem-vindo à estação esquecida, onde o tempo se desfaz, O trem fantasma parte, para um destino que nunca satisfaz. Passageiros perdidos, na dança da eternidade, Como no Hotel California, aqui a realidade é uma dualidade. (Verso 2) As portas rangem abrindo, um convite para o desconhecido, A estação abandonada, palco de um espetáculo perdido. Nas sombras dos vagões, rostos pálidos refletem saudade, Cada banco conta histórias, como páginas de uma velha cidade. (Pré-Refrão) O vento sussurra segredos, enquanto o trem avança, Pelos trilhos da nostalgia, onde a realidade dança. O passado e presente se entrelaçam, num abraço etéreo, No trem fantasma, onde o tempo é um jogo sério. (Refrão) Bem-vindo à estação esquecida, onde o tempo se desfaz, O trem fantasma parte, para um destino que nunca satisfaz. Passageiros perdidos, na dança da eternidade, Como no Hotel California, aqui a realidade é uma dualidade. (Ponte) Pelos corredores vazios, a melodia do passado ressoa, Cada nota é um eco, num túnel de sombras à toa. Acredite na ilusão, onde tudo que reluz é ouro, No trem fantasma, a jornada é um labirinto sonoro. (Solo Instrumental) (Verso 3) A mulher que guia, entre as almas que vagueiam, Acredita que o trem é um portal, onde destinos se entrelaçam. Memórias se desdobram como pétalas ao vento, No coração da estação, um segredo em cada momento. (Pré-Refrão) Os passageiros são espectros, dançando no crepúsculo, Na trilha do desconhecido, onde cada passo é um sussurro. O trem fantasma avança, como um vulto na escuridão, Levando almas perdidas, numa eterna canção. (Refrão) Bem-vindo à estação esquecida, onde o tempo se desfaz, O trem fantasma parte, para um destino que nunca satisfaz. Passageiros perdidos, na dança da eternidade, Como no Hotel California, aqui a realidade é uma dualidade. (Final) No horizonte distante, o trem se perde na neblina, A estação silenciosa aguarda o retorno da sina. Na penumbra, a música persiste, como um eco na eternidade, Na estação de sombras, onde o trem fantasma encontra sua verdade.

Matheus Henrique de campos

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Pensador.com

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⁠amor verdadeiro no caos Em um mundo caótico, perdidos na multidão, Duas almas buscavam um amor, sem direção.
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⁠amor verdadeiro no caos Em um mundo caótico, perdidos na multidão, Duas almas buscavam um amor, sem direção. Cada sorriso falso, cada abraço de ilusão, Eles sabiam que o amor verdadeiro era uma invenção. No caos da cidade, eles se encontraram, Dois corações perdidos, um ao outro se abraçaram. Em um mundo de mentiras, eles decidiram lutar, Por um amor verdadeiro, juntos a caminhar. As ruas escuras refletiam o vazio da alma, Mas entre eles, uma chama queimava, não se acalma. Desafiando o mundo, desvendando a farsa, Eles sabiam que o amor verdadeiro era sua única casa. No caos da cidade, eles se encontraram, Dois corações perdidos, um ao outro se abraçaram. Em um mundo de mentiras, eles decidiram lutar, Por um amor verdadeiro, juntos a caminhar. Nas noites mais sombrias, eles eram a luz, Construindo um refúgio, onde reinava a paz e a cruz. Eles enfrentaram o mundo, com coragem e fé, Acreditando que o amor verdadeiro era o que lhes protege. No caos da cidade, eles se encontraram, Dois corações perdidos, um ao outro se abraçaram. Em um mundo de mentiras, eles decidiram lutar, Por um amor verdadeiro, juntos a caminhar. No final dessa jornada, o mundo não mudou, Mas o amor que encontraram, nele confiaram e amaram. Mesmo no caos, na mentira, eles encontraram a verdade, Que o amor verdadeiro é o que dá sentido à nossa realidade.

⁠casa de horrores Na casa de horrores, o medo é senhor, Sombras retorcidas, não há salvação,
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⁠casa de horrores Na casa de horrores, o medo é senhor, Sombras retorcidas, não há salvação, Onde o mal espreita, não há coração, E a confiança é apenas uma ilusão. O desejo de ir embora nos consome, Mas correntes invisíveis nos prendem, A realidade é terrível, nos sufoca, Neste lugar onde os horrores nos rendem. Palavras de xingamentos, veneno nos lábios, Agressões verbais ecoam pelos corredores, Não se pode confiar em ninguém aqui, Neste mundo de pesadelos e horrores. Gritos ecoam pelas paredes sujas, Esperança desaparece no ar rarefeito, Nossos olhos refletem a terrível verdade, Neste lugar onde o mal é perfeito. As sombras se movem, sussurram segredos, Nossos passos são seguidos por olhos famintos, A escuridão nos envolve, a sanidade se esvai, Neste lugar onde o medo é o que mais sinto. Na casa de horrores, queremos escapar, Mas as portas estão seladas, não há saída, Nossos corações batem no ritmo do terror, Neste lugar onde a esperança está perdida. Em um mundo de pesadelos, tentamos resistir, Às palavras cruéis e à maldade que persiste, Mas o peso da desconfiança é esmagador, Neste lugar onde a confiança não existe. Na casa de horrores, nosso tormento persiste, Em um labirinto de horrores, não há piedade, Esperamos o dia em que a luz possa surgir, E nos libertar desta terrível realidade. Mas até lá, estamos presos neste lugar sombrio, Onde o medo, a desconfiança, o ódio persistem, Na casa de horrores, nossa luta continua, Até que um dia, nossa liberdade conquistemos.

⁠O estranho Verso 1: Quem é aquele que anda sozinho?
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⁠O estranho Verso 1: Quem é aquele que anda sozinho? Que sempre parece estar perdido Ninguém sabe de onde veio O estranho, sempre esquecido Refrão: O estranho, o diferente Caminha sem rumo aparente Busca um lugar para chamar de lar O estranho, sempre a vagar Verso 2: Ele observa o mundo de longe Sempre distante, nunca se encaixa Mas por baixo dessa aparente estranheza Há um coração que anseia por um abraça Refrão: O estranho, o diferente Caminha sem rumo aparente Busca um lugar para chamar de lar O estranho, sempre a vagar Ponte: Talvez o estranho só precise de amor De alguém que o escute, que lhe dê valor Não julgue pela aparência ou pela voz Pois por dentro, todos são feitos de dores e nós Refrão: O estranho, o diferente Caminha sem rumo aparente Busca um lugar para chamar de lar O estranho, sempre a vagar Final: Pois por mais estranho que possa parecer Todos estamos em busca de um lugar para viver Então estenda a mão para o estranho que encontrar Pois no final, todos queremos apenas amar.

⁠Nas noites estreladas de Tatuí, O Natal se revela em melodia e luz a fluir. No ar, acordes de uma música encantada,
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⁠Nas noites estreladas de Tatuí, O Natal se revela em melodia e luz a fluir. No ar, acordes de uma música encantada, Sinfonia que ecoa, a cidade abençoada. No doce ABC, segredos revelados, Sabores que dançam, são sempre adorados. Guloseimas que pintam sorrisos na face, Tatuí celebra o Natal com doce graça. Um pinheiro gigante, majestoso e altivo, Veste-se de luzes, um espetáculo cativo. No coração da cidade, brilha e resplandece, Símbolo do Natal que a todos enobrece. Na praça, um cenário de magia se desenha, Com luzes cintilantes que a noite enfeita. Famílias reunidas, abraços apertados, A praça iluminada, sonhos realizados. Tatuí, nesta festa de luz e canção, Tece memórias, fortalece a tradição. No Natal, a cidade é um poema a brilhar, Com alegria e amor a todos inundar.