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Frase de Renan Batista

A palavra transforma Em um belo dia em uma tarde de domingo Vi-me sentado numa pedra em uma estrada vazia Observando as versas de um velho bilhete de bingo Que em meio a folhas secas em baixo de uma velha arvore jazia Tentei entender o que nele estava escrito Mas eram cálculos estranhos, não notáveis ao meu entendimento Percebi então que abaixo dos cálculos tinha um pequeno manuscrito Alguma coisa com “KALVAKIAS”, mas não entendi o complemento Li reli e li de novo, e entendi que estava escrito em uma língua antiga Língua perdida em meio ao passar do espaço tempo Que como uma margarida cortada por uma formiga foi varrida Esquecida, apagada e levada por um suave vento “Latim” e logo deduzi que era um suposto encantamento Só entendi a palavra que dizia “alleluia” Logo imaginei que fosse um lamento Dizia: “Benedictiones Domini super te et augeat te et filios tuos quam. Alleluia” Pesquisei, traduzi e então ficou: “O Senhor vos aumente bênçãos mais e mais, sobre vós e sobre vossos filhos, Aleluia’’ Tão logo traduzi lembrei que KALVAKIAS é meu anjo protetor Então percebi no mesmo instante que tal acontecido não era algo vão Foi nesse momento de minha percepção que no meu ouvido ele cantou Justamente aquelas palavras que deixaram meus pensamentos sãos: “Veritatem cognoscere veritatem, quasi per errorem habita quod non accepit, sentire omnia in omnibus, et tantum non in omnibus intellectum” Assustei-me no primeiro instante Logo depois comecei a me tremer No meu ouvido a melosa voz me dizia cante Acalmei-me e fiz o que tinha de fazer Cantei o que ele mandava-me Maravilhado fiquei, mas não sabia o que dizia Era algo que tocava-me Eu sabia que o certo fazia: “Veritatem cognoscere veritatem, quasi per errorem habita quod non accepit, sentire omnia in omnibus, et tantum non in omnibus intellectum” O tempo passou e com ele entendi O que anjo falou no dia em que o conheci Segui os caminhos que ele me aconselhara Pois nele já estava, mas o anjo me acrescentara “Disse-me ele que o sábio aprende com o silencio Tudo que creres mesmo que não exista passarás a existir A alma não tem segredo que o comportamento não revele O sábio não se exibe e vejam como é notado Renuncia a si mesmo e jamais será apagado”

Renan Batista

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Pensador.com

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Viver e morrer na sabedoria Sei que és um sabiá sabido a assobiar Sabendo disso sou sabedor da sabedoria
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Viver e morrer na sabedoria Sei que és um sabiá sabido a assobiar Sabendo disso sou sabedor da sabedoria A sabedoria soube e soprou minha saliência Assoviou no sino alto vindo a mim então em decadência Rato roeu a sabedoria do conhecimento Do sabiá sabido que assoviou em delinquência Escandeceu salientou o aborrecimento Fazendo isso disseminou toda essência Essência ágil que age com sabedoria Que vem de dentro existente em cada ser Trazendo sempre uma forte energia Implantando em todos a emanação do renascer Renascimento necessário para sobrevivência Do sonhador que vive do amanhecer Livrando-se assim de toda a impotência Também do erro que vives a cometer Erro absoluto que o atrapalharás no futuro O impactando então a não mais querer crescer Fazendo-o sempre procurar o caminho menos duro Que na verdade é mais difícil do que se pode saber Caminho árduo difícil de conhecer Absolutamente oculto inanimado ao imaginar Só se conhece seguindo em frente de cabeça erguida De mente aberta pronto para tudo que irá enfrentar Enfrentando tudo que venha de acontecimentos Acontecerá o que estas então prever Prevenirá de alguns dos teus sofrimentos Sofrendo menos vindo assim a aprender Aprendendo ao sofrimento superar Superará a árdua dor do sangue a correr Que corre a destra como frio suó descendo Regendo a cor da escuridão a estremecer Estremece ó escuridão do fim oculto Pois não se sabe ao certo aonde se vai depois do fim Muitos dizem que se volta ao começo intenso Já outros mestres não acreditam no renascer Sigamos em frente vendo caminho a procura Crescendo juntos enfrentando o sofrimento Seremos sábios, pois o sábio tudo atura Amando a todos sem lembrar o aborrecimento.

Vento Viajante O vento sopra do nada Bate frio vindo em minha direção em velocidade almejante
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Vento Viajante O vento sopra do nada Bate frio vindo em minha direção em velocidade almejante Com ele, vem um arrepio que deixa a espinha marcada Energia estranha que vem mudando a cada instante Vento gélido pelo qual não se sabe sua direção Vindo de algum lugar onde traz sua energia Vem vibrante, tão rápido quanto uma canção Tamanha leveza que chega a tornasse em euforia Traz um recado, uma historia para ser contada Contos, mitos, crônicas e também algo de verídico Rumores históricos, uma vida a ser lembrada Tais coisas exatas que tornariam o mundo pacifico Energias de lugares pelos quais nunca foram vistos Animais incríveis que apenas por ele foi identificado Criaturas estranhas, consideradas malditas Coisas que só ele sabe em virtude de ser tão usado Sabedoria viajante Conhecimento ambulante Vida compartilhada Vento sopra, historia contada.

Decepção da Terra A vida é desilusão O pensar é uma canção
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Decepção da Terra A vida é desilusão O pensar é uma canção Caminhamos sempre em vão Desperdiçamos o precioso Tempo Deixamos os espinhos de lado Deixamos o livro calado Deixamos o conhecimento sarado Transformarmos a Vida num Lamento A solidez das palavras se distribui Em armas onde você contribui Ensinando a jovens como fui A viver apenas um Momento Decepção a Terra tem de nós Pena é o que ela sente por vós Traições a ela cometeram com a voz Morremos e ela ficará a sós.

Não sou o que você é, porque sou eu Sou o que sou por não ser o que você é Mas na verdade tenho partes de você em mim
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Não sou o que você é, porque sou eu Sou o que sou por não ser o que você é Mas na verdade tenho partes de você em mim Afinal todos são resultado de um mesmo inicio Vindos de um mesmo começo e destinados ao mesmo fim Sou diferente assim como também o é Todavia sou um pouco mais diferente do que de costume A verdade é que misturo a loucura com minha fé Por isso do mundo fico imune Imunidade pela qual me protege Protege de que eu me torne normal Pois a normalidade para mim é bege Sem cor, sem vida, sem sal De normais o mundo está cheio Apenas vivem e não procuram evolução Começam algo e param no meio Não procuram a verdade vivem em vão Prefiro a loucura e a evolução Do que a normalidade e a mentira Pois só os loucos sabem a verdade nesse mundo vão Porque se um normal souber ele pira