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Frase de Clara Furtado

O nosso tipo pode ser como somos, como agimos e como pensamos, ou seja, uma identificação muito semelhante a nós, mas o nosso tipo pode também ser, inexplicavelmente, exatamente o contrário do que nós somos e, mesmo assim, ser quem nos completa, sem obedecer àquela regra de que tem que se identificar com o nosso jeito de ser. Mas uma coisa é curta e certa, o nosso tipo é, sem explicação alguma, combinando ou não com o nosso modo, aquele que nos faz plenamente felizes, que faz de tudo para nos fazer sorrir porque não consegue nos ver triste, que é aquele relaxado, mas que sabe compensar muito bem no carinho, atenção e no cuidado que nos oferece, que deixa a barba por fazer, mas compensa no perfume que adoramos, que chega atrasado, mas compensa nos enchendo de beijos com um jeitinho meigo explicando, da forma mais sincera, porque se atrasou, enfim, aquele que não é perfeito, mas que, na sua imperfeição, tão humana, nos completa a ponto de nos transbordar de alegria e felicidade. E essas imperfeições existentes em todos não tira do Amor o seu mérito, é realmente tudo válido se não há nenhum prejuízo verdadeiro para ninguém. Às vezes, quem parece ser perfeito para a nossa metade não tem realmente nada a ver conosco. Quando vamos ver, até combina em algumas coisas, em poucas coisas, as menos importantes e nas maiores, as que realmente contam, consegue ser, com precisão, completamente o nosso oposto e o que parecia ser, com precisão, o nosso oposto, é exatamente o que nos completa e faz feliz. O Amor é tão perfeito de um jeito que consegue ser assim, sem explicação e nos fazer tão felizes na sua imprecisão perfeita.

Clara Furtado

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Clara Furtado

Não adianta, as tristezas sempre irão acontecer, uma hora ou outra. Mas não adianta, mais ainda, uma hora ou outra, do mesmo jeito, você acabará rindo de novo e mais alto e mais escancarado e mais forte, você se pegará rindo e vai ver como isso é bom depois de ter ficado tanto te…
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Não adianta, as tristezas sempre irão acontecer, uma hora ou outra. Mas não adianta, mais ainda, uma hora ou outra, do mesmo jeito, você acabará rindo de novo e mais alto e mais escancarado e mais forte, você se pegará rindo e vai ver como isso é bom depois de ter ficado tanto tempo sério, seja quando uma coisa for muito engraçada, mesmo que seja uma bela de uma bobagem e mesmo ainda estando um po...uquinho tristonho por dentro, seja simplesmente porque a alegria voltou forte, mas você sempre acabará rindo novamente e, então, ficará feliz de novo, não pela bobagem muito engraçada que te fez rir ou porque simplesmente, por alguma bela razão, a alegria voltou, mas só porque a vida é assim mesmo, desse jeitinho, com altos e baixos e é com todo mundo e é num desses momentos, em todas as muitas vezes que eles acontecerão, que você vai se dar conta mais uma vez da besteira que te fez ficar triste e vai se erguer novamente, sorrindo e se perguntando: porque eu estava assim? E se dando conta, de novo, que a prioridade mesmo e sempre, é ser feliz, embora às vezes inevitavelmente, triste. Porque ser feliz é muito mais inevitável e ainda por cima, é a melhor parte da vida. Não se preocupe. Hoje você chora, amanhã você sorri e assim a vida vai seguindo. Mantenha os sorrisos sempre para tornar a vida leve e chore, quando necessário, pela mesma razão.

Não ponha a culpa no Amor se a relação não deu certo. Não culpe o Amor, muito menos condene ou castigue. Que mal ele fez quando só quis existir e não pode? Ele não existiu naquele lugar, mas existe em muitos outros na sua vida. Não deixe de acreditar nele; ele, se verdadeiro, nã…
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Não ponha a culpa no Amor se a relação não deu certo. Não culpe o Amor, muito menos condene ou castigue. Que mal ele fez quando só quis existir e não pode? Ele não existiu naquele lugar, mas existe em muitos outros na sua vida. Não deixe de acreditar nele; ele, se verdadeiro, não foi e jamais será responsável por nada de ruim, ao contrário, é tão vítima quanto você. Ele sempre se empenha para existir e não é suicida de fazer mal a ele próprio e não faria a ninguém. Além disso, ele nunca te deixou na mão, sempre estando presente em sua vida, senão na outra metade, mas no Amor dos que nasceram para você amar; basta olhar para os lados e verá a sua família e amigos verdadeiros, basta olhar-se no espelho e verá a si mesmo e, principalmente, basta respirar e sentirá Deus e a vida que Ele te deu. Ame! O Amor, de forma real e única, sempre será o maior e o mais nobre dos sentimentos. Não culpe, condene ou castigue e sempre dê chance a ele na sua vida, tantas vezes seja necessário e onde ele já estiver presente, conserve-o.

A gente se pega deixando aquela lágrima, teimosa que só ela, escorrer. E ela desliza às vezes sem nenhuma grande razão aparente, mas por todas as pequenas razões que aparecem, dia após dia, das profundezas das nossas desilusões e tristezas ou da superfície das nossas conquistas e…
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A gente se pega deixando aquela lágrima, teimosa que só ela, escorrer. E ela desliza às vezes sem nenhuma grande razão aparente, mas por todas as pequenas razões que aparecem, dia após dia, das profundezas das nossas desilusões e tristezas ou da superfície das nossas conquistas e alegrias. Ela passa pelo rosto, faceira e desobediente ou apenas amiga, tentando escapar fielmente só para alivar o far...do e a pressão do abrigo onde se achava. Ela, que em medidas dosadas é sempre necessária e conveniente, mesmo que no pensamento, dispensável. E, mesmo que passemos o dia inteiro fortes como rocha, duros na queda como todo mundo se mostra ou tenta, batalhando bravamente, lá estamos nós, no fim da noite, felizmente rendidos a ela, frágeis mas com jeito de quem é vitorioso por ter na cabeça, além das preocupações do ser humano, tão humano, a famosa sensação da missão cumprida, mesmo que isso tudo se misture com uma nítida impressão que a nossa pilha diária acabou e é nessa hora, então, que entendemos que mesmo que esta seja símbolo universal de tristeza, assume, bravamente e com igual excelência, o papel de guerreira de uma fortaleza, reestruturando, refazendo e limpando a bagunça, sempre que a vida pede. E, assim, ela se faz tão protagonista nas vidas como o mais belo dos sorrisos, mesmo que muitas vezes também, antagonista, fazendo a sua presença em muitas cenas ser completamente normal e realmente, é, discreta e ou escandolamente. E, vez ou outra, eu me rendo, sem medo e certa de que, do jeito certo, nada ela tem a ver com fraqueza, mas com a condição de ser humano, feliz e muito forte que sou, embora ali, frágil, porque mais feliz e forte, ainda, saio e cada vez mais refeita, serena e pronta, pois nela, a única dose exagerada é uma grande e incalculável pitada de Fé.

A vida em si, uma arte, a arte dentro da arte e nela me faço artista. Essa mesma vida que é um todo em sua existência, mas que é divida entre tantas e muitas vidas. Eu, que sou só eu, mas que também sou o que vejo, ouço, respiro, sinto da vida e das outras vidas para, no fim das…
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A vida em si, uma arte, a arte dentro da arte e nela me faço artista. Essa mesma vida que é um todo em sua existência, mas que é divida entre tantas e muitas vidas. Eu, que sou só eu, mas que também sou o que vejo, ouço, respiro, sinto da vida e das outras vidas para, no fim das contas, continuar sendo exatamente quem sou. Uma vida que, a cada dia, artisticamente se faz mais viva e escola com suas muitas lições feitas dos seus muitos momentos, com toda a habilidade aprendida e nata de saber aprender e entender que, ao mesmo tempo, já nasceu sabendo e sendo, podendo se recriar e se aprimorar ou simplesmente do mesmo jeito permanecer, nada fazer acontecer e então, regredir em vida e enquanto há vida, ao invés de progredir e continuar vivo, mesmo quando não houver mais vida e, nesse 'enquanto há vida', enxergando em cada ser, tantos entre tantos e ao mesmo tempo, só um, como também me vejo. Essa é a verdadeira arte da vida, da minha e de todas as outras vidas na vida e assim, como artista entre tantos outros artistas, alguns mais ou menos intensos do que outros, tenho em mim a minha vida e em minha vida, a arte de vivê-la, intensamente, para poder nela sobreviver e de novo, enquanto há vida, tendo a arte em toda ela, porque ela, em si, é a própria arte, a maior e mais verdadeira que tenho.