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Frase de Tami Carvalho

10 coisas que todo garoto deveria fazer: 1 - Dizer que a ama quando ela estiver ‘offline’ no MSN. 2 - Abraçá-la quando chegar perto. Sem ela pedir, ou as amigas dela mandarem. Surpreenda-a. 3 - Dizer que ela é a única pra você, e que o sorriso dela é o seu preferido. Mas só se for verdade. 4 - Beijá-la quando ela falar demais. 5 - Brincar com os cabelos dela, enquanto fala sobre o que fez durante seu dia. 6 - Sorrir quando ela conta uma piada, por mais sem graça que seja. 7 - Beijá-la na testa quando ela ameaçar te bater. 8 - Andar de mãos dadas com ela. 9 - Sussurrar qualquer coisa meiga no ouvido dela, enquanto brinca com seus dedos. 10 - E o principal: Não fazer nada disso se não tem o intuito de amá-la verdadeiramente.

Tami Carvalho

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Tami Carvalho

O amor não é um jogo, pois quando você acha que aprendeu todas as regras, elas mudam. O amor é mais uma batalha. Está em constante mudança, e no final, um sempre sai ferido.
Eu devia ter feito alguma coisa. Tive todas as chances, mas não fiz nada. Devia ter dito que te amava, que te queria, que queria seu abraço, suas mãos, seu beijo e devia ter deixado o destino enfim escrever nossa vida. Eu devo parar de pensar, porque nada vai sair como eu penso.…
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Eu devia ter feito alguma coisa. Tive todas as chances, mas não fiz nada. Devia ter dito que te amava, que te queria, que queria seu abraço, suas mãos, seu beijo e devia ter deixado o destino enfim escrever nossa vida. Eu devo parar de pensar, porque nada vai sair como eu penso. Eu quero ter coragem de fazer metade das coisas que preciso e devo, eu quero que você engula seu orgulho, porque prometo que vou tentar engolir o meu. E eu ainda quero você.

Estranho. Inseguro. Mal falado. Mas ainda era amor. O velho amor agindo mais uma vez, numa época onde ninguém acreditava nele. Era o amor pegando pelo braço, engolindo o coração, pressionando o pulmão… Era o amor de novo, agindo como o amor. Doído, admito, mas tinha aquela aneste…
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Estranho. Inseguro. Mal falado. Mas ainda era amor. O velho amor agindo mais uma vez, numa época onde ninguém acreditava nele. Era o amor pegando pelo braço, engolindo o coração, pressionando o pulmão… Era o amor de novo, agindo como o amor. Doído, admito, mas tinha aquela anestesia própria que matava qualquer anti-corpo maldito que tentava se apossar de tudo aquilo. Mas não era só amor… Parecia algo maior que isso.