Frase de Jean Carlos B. Cezar
A poesia e o medo Medo de arriscar, e não permitir voar, porque o abismo parece perigoso demais; Medo de amar, e não sentir a máquina do mundo, aquilo que nos deixa mais próximos do criador; Medo do romantismo, e o que os outros pensam e comentam incomoda tanto; Medo de agir, e o não, ainda parece ser a maior derrota da vida; Medo da paixão, e a dor dar ares de que é mais forte que o amor, Medo do tempo, e a sensação surge, não fazemos nada, o tempo passou fui e estou no nada, Medo do futuro, e a incerteza do que vou ser amanha, o frio que bate sem repostas e sem compreensões; Medo dos sonhos, e a maldita percepção de que sonhos são fantasias e a realização é improvável, incerta e incrédula; Medo do destino, e o acaso, eu não domino e não quero que decisões sejam tomadas por mim mesmo; Medo das escolhas, e o caminho muda, escolher é arriscar, é seguir um rumo que talvez não tenha volta; Medo da derrota, e a queda dói, e não percebemos que a derrota nos torna tão grandes quanto a vitoria, Medo de aprender, e o desconhecido incomoda, não sentimos o valor de que no novo, nos refazemos; Medo de lutar, e o conflito nos assusta, lutar não é ir a guerra com uma arma é combater tudo aquilo que nos incomoda é buscar aquilo que nos completa. Medo da dúvida, e a incerteza passa a ser tenebrosa, e não sabemos que sábio é aquele que na dúvida encontra mais dúvida, porque ele sabe que nossa dúvida não é condenação é só uma busca por algo que talvez não tenha respostas; Medo de ter medo, e o medo nos deixa pequeno, por medo de ser grande.
No pensador.ai desde