Frase de Marco Arawak
Sussurros da Alma: Poesia de Encanto e Desgosto" No mar profundo, Dança do mundo. Ondas em rodopio, Mistério vazio. O desgosto é amargo, Fosco, estreito ou largo. Sombras me machucam, Olhares sem cor, sonham. A doce brisa sopra, Vejo a singela copa. Os segredos ao vento, O misterioso tormento. No compasso, o destino, Menino, tino, desatino. A alma chora em silêncio, Crença, censura, incêndio. Nas trilhas do coração, Paixão, ilusão, aflição. Um sonho desfaz, Paz, eterno se refaz. O sorriso já não brilha, A ilha, trilha, maravilha. Amor que se tornou dor, Flor, torpor, sem valor. No amanhecer do dia, Sorria, guia, alegria. Nas asas da fantasia, Harmonia, a poesia. O amor é um canto, No canto, encanto. O coração, o pranto, Santo, o meu manto. A vida é um caminho, Sozinho, o meu carinho. Nos passos, o destino, Animo, divino, ensino. A esperança é um laço, Na incerteza, um abraço, Que enlaço, me enlaço. Espaço, cansaço, traço. Assim segue a canção, Com a paz do coração, União, emoção, perdão. Paixão, canção, reflexão. No céu azul e vasto, Brilha, apaga o nefasto. Um sabre de luz, o manto, Um sol radiante, o santo. Na noite escura, o desgosto, O amor é um bom encosto. Abraço terno, um doce canto, Fosco véu que cobre o santo. No desenho o meu olhar, Segredos vêm se revelar. Um sorriso, um suspirar, Amor, clamor, ar respirar. Sigo o meu caminhar, Sem medo de arriscar. Nesta arte, verso a verso, Construo o meu universo. Na poesia se entrelaça, Superação se abraça. O desgosto vira raça, Na raiz, eu e a praça. O desgosto, o gosto, Fosco, oposto, o posto, Na poesia, o encanto, E no verso, o pranto. A tristeza é a cruel fera, Que espera, desespera. Mas a alma se recupera, Espera, hoje, primavera.
No pensador.ai desde