Frase de Isabel Morais Ribeiro Fonseca
Subo o pano do palco. Sem público, sem palmas. Sarcástica da minha própria derrota. Acordo sozinha com os olhos e as pálpebras cerzidas. Nas madrugadas e nas manhãs de trovoadas. Tempestades em que se ocultam os morcegos. Os escorpiões cheios de veneno, sem luz da vida. Ânsias, mágoas embrulhadas em pele de cobra falsificada. Subo o pano do palco, sem público, sem palmas, sem nada!!
No pensador.ai desde