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Frase de Samuel Eduardo Fortes

⁠Esse pensamento é bom, como resistir aos fatores protetivos da vida ? E o primeiro passo é tentando encontrar na vida que vivemos ,todos seus grandes valores. Eu costumo dizer que a vida não está nem em abril deste ano muito menos em janeiro do próximo ano ! A vida está neste momento e agora, por ser a única que temos na mão e é ela que tem que ter todos os seus valores, tem a expressão :" A vida que vale a pena " e a pena é sempre o sofrimento , dor ,angústia e isso é a pena ,e se vale a pena ,é o que compensa a pena . Então a gente tem que encontrar o que compensaria a dor, a pena e o sofrimento . E eu penso que encontrando na vida vivida todo o seu valor, teremos muito mais razões para esperar do amanha ,alguma coisa tão boa quanto ou melhor. Viva a breve vida vivida ,mas vívida !

Samuel Eduardo Fortes

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a er…
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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a era monárquica gozava na era republicana. Júlio César, portanto, se autodenominava o cônsul de Roma, assim como, defensor da república, nunca um rei.

Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qua…
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Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qualquer coisa no alto de uma coisa qualquer O norte, o que todos querem O sul, o que todos desejam O leste, de onde tudo vem O oeste, aonde tudo finda Os quatro modos de não ter razão, e entender o mundo.