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Frase de Rafaella Arruda

Beco sombrio Sóbrio e sozinho me vejo Brincando com minhas tortas linhas de palavras! E me vejo querendo do bêbado uma flor E do sóbrio homem de terno e gravata... quero o doce néctar do álcool.

Rafaella Arruda

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Rafaella Arruda

2011...o que esperar deste novo ciclo que se inicia? Acredito que muitos esperem alcançar paz, manter ou ter saúde; um amor, dois, três ou incontáveis... Eu espero ter equilíbrio, quero saúde, uma mente limpa e sadia, evoluir na caminhada pela paz de espírito, quero amor. Eu dese…
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2011...o que esperar deste novo ciclo que se inicia? Acredito que muitos esperem alcançar paz, manter ou ter saúde; um amor, dois, três ou incontáveis... Eu espero ter equilíbrio, quero saúde, uma mente limpa e sadia, evoluir na caminhada pela paz de espírito, quero amor. Eu desejo à todos (e especialmente aos que amo) tudo o que espero para minha pessoa acrescido de mais e mais amor. Fico a pensar e pensar desgrenhando meus negros fios de cabelo, matutando sobre esta grande festa intitulada Réveillon. Uma grande "jogada" ( se é que me permitem usar este termo) esta questão de um ano novo; grande ideia de quebrar a continuidade da vida, nem que saiba momentaneamente. Sim! digo momentaneamente porque apesar de se visualizar tal quebra de continuidade, as vidas seguem, prosseguem, continuam de forma descontínua e outras tantas páram (ou será que seguem em algum outro lugar?). Penso que seja uma forma de misturar o real ao abstrato gerando várias obras de arte. Funciona como uma mola dando impulso para que algo se eleve. Os pensamentos se elevam na busca por bons sentimentos, novas vivências. Então sigamos nesta gostosa aventura por trilhos contínuos entretanto descontínuos visto trajetórias imprevisíveis, cheias de curvas.

Andei a olhar o igual, tentando ultrapassar os seus finos e delicados olhos;tentei tocá-lo mas ainda havia um estranho abismo entre nós e isso nos levou a um vazio de palavras (entendam como quiser o tal do "vazio..."). Estou a deriva num inferno medonho, caloroso e pálido: tenho…
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Andei a olhar o igual, tentando ultrapassar os seus finos e delicados olhos;tentei tocá-lo mas ainda havia um estranho abismo entre nós e isso nos levou a um vazio de palavras (entendam como quiser o tal do "vazio..."). Estou a deriva num inferno medonho, caloroso e pálido: tenho me olhado no espelho. Meu gato tentou se matar esta semana, pulou do oitavo andar do meu prédio de lamentações e isso me tem posto a pensar que umas grades de segurança nas janelas de minhas lamentações seria algo beneficente. É que eu me lamento demais e silenciosamente desbravo-me, coisa muito complexa de se explicar mas, admito... não sei me expressar pela boca, apenas pelos dedos que por aqui me levam. Qual foi mesmo o motivo de aqui vir escrever hoje? Ah! Lembrei-me! Vi o igual,cara a cara, dedos apontando para minha triste face...algo desconcertante entretanto, excitante. Excitante seria a palavra cabível? Acho que sim. Funciona assim: uma taça de vinho do Porto a três passos de uma dama solitária (apesar de cercada por gestos). Vi, cheirei, não toquei; um trio de palavras que se repetem em espirais.

As vezes se tem a impressão vaga de si... Como um lamento aterrorizante, cravado na alma! Que sangra e sangra e lentamente se esvai em cinzas.
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As vezes se tem a impressão vaga de si... Como um lamento aterrorizante, cravado na alma! Que sangra e sangra e lentamente se esvai em cinzas. As vezes inverte-se o olhar para dentro do outro ( ou seria para dentro de si?) E se descobre um outro olhar, assim..perdido. As vezes se pontua incorretamente o modo de viver E se vive mal. As vezes é só um acontecimento vago e vazio na discórdia das incordialidades (incordialidades?) As vezes sou apenas eu ou o outro querendo adentrar na individualidade alheia, Ou pode ser um banco de areia esculpido numa praia deserta... Ou....