Pular para o conteúdo

Frase de Samuel Eduardo Fortes

⁠Hamlet Cabisbaixo Segundo Hamlet, o que diria sobre postar fotos no instagram? Ele é o personagem fundador da modernidade, primeiro homem moderno onde a metafísica não possui poder e apesar de por sua peça aparecer 3 aparições de um fantasma, apesar da peça promover discursos religiosos sobre o enterro de Ofélia ser lícito ou não, sobre o príncipe matar ou não o rei Cláudio, com medo de que o matando ele vá para o céu, porquê estava rezando. Dono de seu destino, ele é o primeiro personagem que vive “O Príncipe”, de Maquiavel, tem a crença no poder do eu e na glória. Estamos diante de quem toma poder através de lógicas e estratégias e a crença no poder do nosso eu, da ação e da liberdade. Sendo assim, é a glória e a tragédia em nosso tempo e exclusivamente a nossa crença profunda no eu, e o primeiro ser que proclamou o eu como elemento fundante do mundo e a primeira coisa que eu tenho que fazer é consertar a Dinamarca. É dele, e de mais ninguém, o poder de se proclamar e a decisão de não se matar. Ele é, sobretudo, um grande crítico da retórica da etiqueta, dos personagens que interpretam o tempo todo e que sempre dizem apenas o que deve ser dito.

Samuel Eduardo Fortes

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Samuel Eduardo Fortes

⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a er…
Continuar lendo

⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a era monárquica gozava na era republicana. Júlio César, portanto, se autodenominava o cônsul de Roma, assim como, defensor da república, nunca um rei.

Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qua…
Continuar lendo

Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qualquer coisa no alto de uma coisa qualquer O norte, o que todos querem O sul, o que todos desejam O leste, de onde tudo vem O oeste, aonde tudo finda Os quatro modos de não ter razão, e entender o mundo.