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Frase de Alexandre Sefardi

Amar é caminhar junto na vida, cheia de surpresas. É cuidar do outro, mas dar espaço. É encarar medos, abraçar pra aliviar dores e sorrir à toa só porque o outro existe. Procuramos uma amiga que goste das mesmas coisas, que se emocione, que saiba falar do simples: da chuva, das lembranças da infância. Precisamos dela pra não pirar, pra contar o belo e o triste do dia, os sonhos e a realidade. Alguém que curta ruas vazias, poças d'água, mato depois da chuva e deitar no capim. Coisa de Gente...

Alexandre Sefardi

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Alexandre Sefardi

"Feliz Dia das Mães, pelos nossos filhos que a gente não teve, mas que, de alguma forma, já nos ensinaram o que é cuidar. Pelas noites em que imaginamos seus nomes, pelos sonhos que construímos sem saber se viriam, e por todo o amor que ficou guardado — esse amor inteiro que não…
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"Feliz Dia das Mães, pelos nossos filhos que a gente não teve, mas que, de alguma forma, já nos ensinaram o que é cuidar. Pelas noites em que imaginamos seus nomes, pelos sonhos que construímos sem saber se viriam, e por todo o amor que ficou guardado — esse amor inteiro que não tinha outro destino senão ser seu. Você é mãe também. Pela sua capacidade de gerar afeto, cuidado e acolhimento. E eu te amo mais ainda por ver como esse amor não vivido nos fez mais gentis, mais próximos, mais nossos. Te amo. E hoje, celebro você — mulher, parceira, e dona de um coração que já amou até o que não pôde ter."

Na mitologia grega, Pandora, a primeira mulher criada pelos deuses, recebeu uma caixa (na verdade um pithos, um jarro) com a ordem de nunca abri-la. Vencida pela curiosidade, ela libertou todos os males da humanidade: doenças, vícios, ódio, velhice e morte. Ao fechar a caixa às p…
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Na mitologia grega, Pandora, a primeira mulher criada pelos deuses, recebeu uma caixa (na verdade um pithos, um jarro) com a ordem de nunca abri-la. Vencida pela curiosidade, ela libertou todos os males da humanidade: doenças, vícios, ódio, velhice e morte. Ao fechar a caixa às pressas, apenas uma coisa restou dentro: a esperança (Elpis). Muitos veem a esperança como consolo, mas Hesíodo, o poeta que narrou o mito, a considerava enganosa. A esperança mantém as pessoas presas a expectativas vazias, impedindo-as de aceitar a realidade e agir por si mesmas. Por isso, não devemos ter esperança nas pessoas. O ser humano, por natureza, repete os erros de Pandora: cede à curiosidade destrutiva, libera males e, quando resta apenas a esperança, a usa como desculpa para não mudar. Confiar na esperança nos outros é acreditar que uma ilusória promessa interna pode reparar o que a própria ação quebrou. A esperança não salva — apenas adia o desastre.

Pessoalmente, acho que a religião exerce um papel de aio. Aio era aquele escravo romano que pegava crianças na creche, levava pra casa, pegava de casa e levava pra creche. Em outras palavras, a religião é uma medicina para algo humano, mas está absolutamente longe de ser o ideal…
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Pessoalmente, acho que a religião exerce um papel de aio. Aio era aquele escravo romano que pegava crianças na creche, levava pra casa, pegava de casa e levava pra creche. Em outras palavras, a religião é uma medicina para algo humano, mas está absolutamente longe de ser o ideal divino do desenvolvimento da espiritualidade de qualquer pessoa. Eu diria o seguinte: a religião nunca me seduziu, nunca me fascinou. Ao contrário, eu entendi que a religião era apenas um meio sofrível que poderia me oferecer um espaço de convívio com a esperança, um convívio mais próximo, mais identificável com gente que estava na mesma caminhada confessada que eu estava. Mas os conflitos que eu tive – e tenho – com a religião são grandes. A grande fascinação exercida na minha vida foi a percepção de que não cabia em projeto religioso nenhum. D'us é maior do que todas essas construções religiosas que estão aí. Eu percebi e devo isso a duas coisas: em primeiro lugar, aos escritos e nossos sabios; além disso, a uma bagagem histórica. Foi muito útil ter sido roqueiro, foi muito útil todo aquele processo de questionar instituições. Juntar a rebelião roqueira com o ensinamento dos nossos sábios cria no coração um desejo enorme de conhecer a D'us, de amar o Emunah visível de Deus nesse mundo, que é a Torá, e a consciência constante de manter uma relação de permanente tensão com a religião. Ou seja, é uma relação de love and hate, eu te amo e eu te odeio. E fica o tempo todo, porque no dia em que você apenas odiar, corre o risco de perder a comunhão com milhões de pessoas que estão conscientemente andando na direção que você diz estar andando. E no dia que você amar radicalmente e totalmente, você corre o risco de ser domesticado por uma espiritualidade pequena que rouba de você a percepção de sua irmandade fraterna – extremamente maior do que a religião.

Talvez prá alguns, ou nem tanto,... Um velho ditado: Antes só do que mal acompanhado. Porque se não for pra ser inteiro, que não seja. Não dá para ser consentido com as questões do coração. Pequenice não sustenta alma densa, gente intensa, amor de portão. É por essas e outras que…
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Talvez prá alguns, ou nem tanto,... Um velho ditado: Antes só do que mal acompanhado. Porque se não for pra ser inteiro, que não seja. Não dá para ser consentido com as questões do coração. Pequenice não sustenta alma densa, gente intensa, amor de portão. É por essas e outras que eu digo e repito, que bato no peito e firmo o pé: Eu quero a sorte de um amor louco!