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Frase de Felippe Santana

A jornada do dito autoconhecimento é tortuosa e cheia de entraves. Enquanto a percorria, deparei-me com uma infinidade de utopias e devaneios. Na esquina da solidão, com a alameda das histórias inacabadas, deparei-me com fantasmas do passado. Estavam desnutridos, mal-acabados, esquecidos. Não os reconheci a face, o cheiro, o toque, sequer a voz. Pareciam-me completos estranhos. Entretanto, lembro-me da euforia que tê-los no presente me causava, a felicidade absurda que o encontro gerava. Estranho perceber que já me encontrei com dois ou três sentimentos sinceros, mas acabei me distraindo com uma ilusão que passava - ressalto, este é um momento de escrutínio de vísceras e entranhas. Parece-me haver uma intima relação entre esses ditos “momentos de reflexão” e o contato com a água. O embaralhamento dos sentidos, que a imersão na mesma nos causa, desperta pensamentos egocêntricos – o eu em seus 5 minutos de fama. Este instante, em que abrimos e arregaçamos cicatrizes antigas é excruciante, nos arrasta ao limite do ser. O átimo da libertação, factual liberdade, demanda tempo, energia e sanidade. Sendo o epilogo estarrecedor, desbragado. Esqueça do entorno, das luzes e sons. Enterre-se em seu amago, e floresça. O aclamado renascimento. Desfrute com gozo e ria em ovação a metamorfose do eu. Transcendeste a banalidade habitual, és, em sua totalidade, insólito.

Felippe Santana

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Felippe Santana

Ela é tão linda e eu tão eu, Ela é tão doce e eu tão eu, Ela é tudo e eu, apenas eu.
As vezes me pego pensando, tipo agora, que deveria te contar tudo sem medo, falar que te amo em segredo, contar que só te quero bem e que só quero você e mais ninguém. Acho que já falei, ou talvez gritei, coragem não é o meu nome, nem tão pouco sobrenome , por isso meus pensament…
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As vezes me pego pensando, tipo agora, que deveria te contar tudo sem medo, falar que te amo em segredo, contar que só te quero bem e que só quero você e mais ninguém. Acho que já falei, ou talvez gritei, coragem não é o meu nome, nem tão pouco sobrenome , por isso meus pensamentos que te percorrem de A à Z mantenho guardados. Ainda vejo, em um flash back futurista, que só pode ser de outra dimensão, eu ali em sua frente me declarando, todo sorridente, dizendo que devemos nos tornar nós ou até mesmo a gente, contando todos os meus sonhos utópicos. No mesmo instante, vejo logo a mudança do meu semblante, percebo um fim desconfortante. Leio seus lábios, que como sempre se mantêm tão distantes, um pedido de desculpas por entristecer meu coração que a muito anda palpitante, o “não” é suficiente para transformar todo o amor que em mim morava em um maltrapilho indigente. Com um susto volto à realidade existente, um mentiroso fingindo sorrir verdadeiramente, enquanto sofre por um amor recorrente.

Fulana, Hoje é segunda, encontrei Joana e Raimunda. Estou feliz por enfim ser segunda. Acordei esperançoso, ansioso por começar outra semana. Me chamam de estranho e louco por gostar do fim do fim de semana, mas lhe pergunto, por que não gostar da segunda? Dia de encontrar Joana…
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Fulana, Hoje é segunda, encontrei Joana e Raimunda. Estou feliz por enfim ser segunda. Acordei esperançoso, ansioso por começar outra semana. Me chamam de estranho e louco por gostar do fim do fim de semana, mas lhe pergunto, por que não gostar da segunda? Dia de encontrar Joanas e Raimundas, dia de começos e mistérios, tudo isso apenas na segunda.