Frase de Eduardo Gabriel RC
Nos braços do silêncio, onde a lua chora, E o vento sussurra, histórias de outrora, Sinto a saudade, que a noite devora, Do doce amor, que a distância implora. Teu sorriso, memória que o tempo consome, Brilha em meu peito, um vazio sem nome, E cada estrela, no céu sem renome, Reflete o desejo, que a ausência promove. Isabelle, é seu nome. Em sonhos te vejo, num abraço de luz, E na escuridão, o coração se conduz, Para os momentos, onde o amor reluz, No toque suave, que a distância traduz. A tristeza é o eco, de um beijo esquecido, Nos lábios do tempo, que segue rendido, À espera do dia, em que seremos unidos, Num eterno abraço, de amores vividos. E assim sigo, na esperança velada, De que um dia, em tua alma ancorada, A tristeza se faça, de alegria dourada, E a saudade se torne, presença encantada.
No pensador.ai desde